Blog do Mauricio Stycer

Arquivo : táxi

Detetive Vê TV: Max esquece o carro e vai embora de táxi
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Mauricio Stycer

Max, finalmente, descobriu que Nina não gosta dele, apenas o usa em seu plano de vingança contra Carminha. A cena começou a ser vista no capítulo de terça-feira de “Avenida Brasil”  e terminou na quarta.

O vilão seguiu a heroína desde a Marina da Glória até o prédio, em Ipanema, onde Jorginho mora. Nina veio de moto e ele, atrás, de carro. Ao chegar, ela entra pela porta principal e ele, aproveitando uma distração do porteiro, pela porta de serviço do edifício.

Max sobe até o andar onde mora seu filho e, com a ajuda de um canivete, arromba o apartamento e entra. Ouvindo atrás da porta, como ocorre sempre que alguém precisa descobrir algo importante nesta novela, o vilão escuta Nina contar tudo para Jorginho – sobre como vem enganando Max há dezenas de capítulos. O discurso da heroína termina com uma verdade: “Pra minha sorte ele é uma besta quadrada”.

Perturbado com o que acabou de ouvir, Max deixa o apartamento tonto. Na rua, quase é atropelado por um carro que passa em frente ao prédio. Em seguida, esquece que deixou o próprio carro estacionado e pega um táxi em direção à chácara onde a vilã Carminha está exilada, em Vargem Grande.

“Dona Carminha, seu Max está no portão”, avisa Zezé. “Eu achei até estranho. Ele está de táxi”, diz a empreagada. “Você não tem que achar nada estranho”, corta a outra. Verdade.

Vários espectadores apontaram o esquecimento do carro no momento em que a cena foi exibida. Tudo indica que não foi um erro, mas um elemento a ser usado em outras cenas. A ver.


“Detetive Vê TV”: Táxi de Lili em “O Astro” mudou na hora do acidente
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Mauricio Stycer

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Depois de passar pelo salão de cabeleireiro de Neco (Humberto Martins) e pelo supermercado de Salomão Hayala (Daniel Filho), a jovem Lili (Aline Moraes) conseguiu trabalho como taxista. Desde então vem rodando o Rio a bordo de um modelo Fiat Línea.

Tudo corria bem, até o capítulo desta terça-feira, quando o carro que ela dirigia capotou. Imediatamente, dois “detetives”, os leitores Sergio Santos (@zamenza) e Gustavo Peixoto Nunes (@gugapn), me alertaram que a produção usou um velho modelo Santana para filmar a cena.

Não entendo muito de automóveis, mas revendo cenas antigas e a exibida neste capítulo nota-se claramente que são modelos diferentes. O carro que Lili dirigia tinha formas arredondadas (foto da esq.); o do acidente (dir.), é mais quadrado.

Agradeço aos “detetives” pela dica.


“Bandalha” em táxi no Rio
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Mauricio Stycer

Sábado, 20h. Saio do Othon Palace, na avenida Atlântica, no Rio, caminho alguns metros e pego um táxi na rua. Vou ao Copacabana Palace, em outra ponta da avenida, onde vai ocorrer a festa de lançamento da novela “Insensato Coração”.

Estou acompanhado de outros dois jornalistas, um deles com seu equipamento fotográfico. O táxi é dirigido por uma mulher. A motorista logo muda de pista e pega a Atlântica em direção ao Leme. Perto do Hotel Meridien, faz novamente um retorno e pega a avenida no sentido de Ipanema. Em cinco minutos estamos no Copa.

O taxímetro anota R$ 19,80. Digo para a motorista que uma corrida do Leblon até o Othon, mais cedo, custou R$ 12. Sem demonstrar surpresa, ela diz: “O taxímetro ontem estava com um problema elétrico, mas consertei”. Respondo: “Pelo visto, não consertou”. E ela: “Paga quanto você está acostumado”. Sem discutir, a taxista aceita R$ 10.

Na volta, o percurso é um pouco mais curto, porque o táxi segue uma linha reta, sem fazer retorno. O taxímetro registra R$ 7,30 à porta do hotel.

Leio que o Rio tem apertado o cerco à “bandalha”, como são chamados os taxistas fraudulentos, com taxímetros adulterados ou clandestinos. É um problema crônico da cidade, que compromete a sua imagem. A mais recente fiscalização, este mês, identificou quase 2 mil taxis com problemas.

Ao final da pesquisa que faço sobre o assunto me dou conta que cometi um erro: não anotei a placa do táxi. A Secretaria de Transportes dispõe de um número de telefone (21 2286-8010) para denúncias deste tipo.

De qualquer forma, fica a dica: a fiscalização deve ser reforçada, além de aeroportos e rodoviária, em áreas de grande concentração de turistas, como os hotéis da orla.

Em tempo: Meu relato sobre a festa de lançamento da novela foi publicado no UOL, no texto  “Seis gays na novela? Não contei”, diz Gilberto Braga, autor de “Insensato Coração”


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