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Cris Dias e Waack encerram novelinha da crise de relacionamento com beijo
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Mauricio Stycer

criswaackbeijoE terminou com um beijo de William Waack em Cristiane Dias a novelinha que mexeu com a imaginação do público em meio aos Jogos Olímpicos. Para quem aposta que a informalidade do jornalismo é uma arma que pode ajudar a reverter a perda de espectadores, o imbróglio envolvendo os dois apresentadores pode ser considerado um caso de grande sucesso.

Gente que nunca assistiu ao “Jornal da Globo” se interessou pela troca de comentários irônicos entre Cristiane e Waack. Eles brigaram? Que “climão” é esse? Por dois dias, a dupla rivalizou com os atletas em matéria de assuntos do momento nas redes sociais.

Em pé no estúdio, em clima bem informal, os dois jornalistas escreveram uma história paralela às notícias que leram nestes dias de Rio-2016. O roteiro da crise de relacionamento incluiu olhares, piadas e interrupções, tudo ajudando a fomentar a ideia de que havia algo além de uma simples inimizade entre eles.

No auge da “briga”, Cristiane e Waack desmentiram haver qualquer problema entre eles. Falaram em “brincadeira” e criticaram o “mau humor de quem enxergou briga na troca de ironias.

Neste momento, a vitória já estava assegurada. O “Jornal da Globo” foi notícia e ganhou vida fora da tela. Na madrugada deste sábado (20), encerrando a participação dela no telejornal dele, rolou o beijinho. Agora são amigos para sempre. E eternamente gratos a nós, que acompanhamos esta trama.

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Cris Dias e Waack criticam “mau humor” de quem não entendeu “brincadeira”
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crisdiaswaack
Assunto do dia, o diálogo aparentemente ríspido entre os jornalistas William Waack e Cristiane Dias no “Jornal da Globo” na noite de quarta-feira (17) não passou de uma “brincadeira”, segundo o apresentador.

“Boa noite a todos, agora finalmente ele me deu um oi, mas tudo bem… O momento pedia pressa, a gente entende”, disse Cristiane Dias, irônica, durante o telejornal. Ela seguiu dizendo que apresentaria uma reportagem sobre vôlei, levando Waack a questionar: “Vamos falar de vôlei?”. “Quer continuar?”, perguntou ela. “Não”, encerrou ele.

Consultados pelo UOL, os dois ditaram comentários a respeito do caso. “Eu e William nos demos bem desde o início e isso foi aumentando com o tempo. Nosso humor é desafiador, provocativo, e isso é instigante, ainda mais vindo de um grande jornalista como ele. Eu acho engraçado estarem entendendo nossa sintonia de outra forma. Mas só tenho a dizer que fiz uma grande parceria nessa olimpíada. Aprendi muito. E vou levar isso para sempre”, disse Cristiane Dias.

Já Waack afimou: “Infelizmente, a atual crise brasileira espalhou pelo país um mau humor do qual muitas pessoas, especialmente na imprensa, não conseguiram se libertar, e, portanto, não são capazes neste momento de entender brincadeiras e jovialidade entre colegas de profissão que se gostam e se apreciam.”

A parceria entre Cristiane Dias e William Waack, em todo caso, tem data para terminar. Apresentadora do “Globo Esporte” exibido em cidades onde não há versões locais do programa, ela volta à sua rotina após os Jogos Olímpicos, deixando o apresentador sozinho no “Jornal da Globo”.


Este texto foi publicado originalmente no UOL Esporte.

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Christiane Pelajo foi afastada, e não pediu para sair, do “Jornal da Globo”
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christianepelajo
Christiane Pelajo estava em São Paulo no início da tarde de quarta-feira, 14 de outubro, quando recebeu um telefone da direção do jornalismo da Globo pedindo que fosse ao Rio para uma reunião. Assustada, ela perguntou se era algo sobre o seu contrato. Ouviu que sim. Na sequência, chegou uma ordem do Rio dizendo que não era para ela apresentar nem mesmo o jornal daquela noite, que estava preparando. E assim ela foi afastada da bancada do jornal, para espanto da equipe.

Ninguém na Globo acreditou nos termos da mensagem interna disparada pelo diretor de jornalismo, Ali Kamel, no dia seguinte (15), sugerindo que Pelajo estava deixando o telejornal a pedido dela mesma, para tocar um novo projeto. A jornalista, de fato, sempre se queixou do horário, assim como também teve discussões de trabalho com os chefes, mas não pensava em sair da bancada do JG desta forma. Nem mesmo direito a uma despedida ela teve.

As razões para o afastamento da jornalista não estão totalmente esclarecidas, mas tudo indica que estejam relacionados a uma reforma no telejornal. O que se especula é que o JG ganhe um tom mais de análise do noticiário, nos moldes do que já se faz hoje na Globo News.

Segundo o site Noticias na TV, a jornalista Renata Lo Prete, editora de política e comentarista do “Jornal das Dez”, da Globo News, já gravou pilotos como apresentadora do “Jornal da Globo” e agradou à direção da emissora. Ela foi comunicada na semana passada que é a substituta imediata de William Waack.

Adendo às 15h30: A Globo enviou ao blog nota abaixo contestando as informações publicadas.

“A Direção de Jornalismo e Esporte da Globo desmente categoricamente os termos da nota e reitera as informações contidas no e-mail enviado pela direção aos jornalistas da emissora. A nota faz tão pouco sentido que Christiane Pelajo continua produzindo a série a que estava dedicada, agora com mais tempo para a tarefa, que vinha executando com dificuldade justamente por estar presa à bancada. Paralelamente desenvolve o novo projeto que será anunciado em breve.”

Atualizado em 20/10: Em contato com o colunista Flavio Ricco, Christiane Pelajo também negou o teor da nota publicada pelo blog: “A nota divulgada pela Globo é a expressão da verdade”, disse ela. Mais aqui.

O blog mantém as informações publicadas. Tenho confiança nas três fontes que me ajudaram a reconstituir a situação descrita aqui.

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Informal, Christiane Pelajo solta um “enche o saco” no Jornal da Globo
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Os apresentadores dos telejornais da TV Globo, diferente do que faziam no passado, estão apostando na informalidade. Essa é uma das armas da emissora para tentar revitalizar os programas e melhorar a audiência. No UOL Vê TV, comento sobre os excessos cometidos pelos apresentadores.


Desencontro entre Pelajo e Waack produz momento cômico no “Jornal da Globo”
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Desencontros durante a leitura de notícias em telejornais são comuns. Menos comum é um apresentador reclamar com o outro ao vivo. Foi isso que chamou a atenção na noite de quinta-feira (23) no “Jornal da Globo”. “Sou eu”, diz Christiane Pelajo a William Waack depois de ouvir o colega da bancada ler uma chamada que caberia a ela. A apresentadora, então, faz questão de ler novamente a mesma chamada. É um momento engraçado, quase infantil, do telejornal.


“Jornal da Globo” diz que Dilma se recusou a participar de entrevista
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JornalDaGloboMarina

A candidata Marina Silva (PSB) inaugurou nesta segunda-feira um ciclo de entrevistas no “Jornal da Globo”. Na verdade, por conta da programação da emissora, a conversa (gravada previamente) teve início por volta de 0h45 de terça-feira.

Na abertura do telejornal, o apresentador William Waack lembrou que o programa tem feito  entrevistas com os principais candidatos à Presidência desde 2002. “Lamentamos que este ano, pela primeira vez, um dos candidatos tenha se recusado a participar das nossas entrevistas. É Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição.”

A entrevista com Dilma deveria ser feita nesta terça-feira (02). Uma entrevista com o candidato Aécio Neves (PSDB) está programada para quarta-feira (03). Na visão do apresentador, “estas entrevistas são entendidas como uma oportunidade de ajudar você, eleitor, a fazer a sua escolha nas eleições de outubro”.

A assessoria da campanha da candidata disse que não irá comentar o caso.

Atualizado à 0h30 de 3 de setembro: No telejornal desta terça-feira (02), William Waack voltou a dizer que Dilma não quis participar da entrevista. Na sequência, ele e Christiane Pelajo leram as perguntas que tinham a intenção de fazer para a presidente.

Em tempo: O “Jornal da Globo” obteve média de 7 pontos no Ibope, na Grande São Paulo, nesta segunda-feira.

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“Jornal da Globo” critica demissão de Mano e diz que ele levou culpa como “mordomo de novela”
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O jornalista William Waack abriu o “Jornal da Globo”, no final da noite de sexta-feira (23), com um pequeno editorial em que comentou, de forma crítica, a decisão da CBF de demitir Mano Menezes do comando da seleção brasileira.

“Falta ano e meio para o time brasileiro estrear na Copa de 2014. E decidiu agora mudar de técnico, de comissão técnica, tudo.  Mano Menezes, o treinador defenestrado, ficou parecendo aquele mordomo de novela: bota a culpa nele. Na verdade, não é fácil tocar um time com menos craques do que antes num mundo futebolístico muito mais competitivo e equilibrado e, acima de tudo, nosso país é uma pátria de chuteiras. Boa sorte ao novo treinador.”

Textos opinativos são raríssimos nos noticiários da TV Globo. A emissora, como se sabe, é há anos  parceira comercial da CBF, de quem adquiriu os direitos de transmissão das partidas da seleção brasileira.

Em tempo: Mais informações e bastidores sobre a mudança no comando da seleção brasileira podem ser lidos aqui.


A cena da semana: “Você está assistindo o ‘Jornal da Globo’ ao vivo”
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Acidentes acontecem, mas alguns são piores do que outros. Ao vivo, começando a transmissão do “Jornal da Record”, pela primeira vez dentro do Estádio Olímpico de Londres, na noite de sexta-feira (27), Ana Paula Padrão cometeu a maior gafe do dia, dizendo que estava no “Jornal da Globo”. Veja o vídeo:

[uolmais type=”video” ]http://mais.uol.com.br/view/13071674[/uolmais]

 

No texto que escrevi sobre transmissão da cerimônia de abertura dos Jogos, comento sobre outras gafes. Reproduzo-o abaixo:

Sóbria, Record erra menos, mas SporTV diverte mais com gafes e mau humor de Galvão

Narrar cerimônia de abertura de Jogos Olímpicos é tarefa quase tão complicada quanto descrever o que acontece ao longo de um desfile de escolas de samba.

Nesta sua estreia como dona da festa na TV aberta brasileira, a Record fez a opção pelo “menos é mais”. Evitou o excesso de euforia, deixou de lado a tentação de preencher todos os momentos com explicações, mas não traduziu vários momentos importantes. Cometeu menos erros, enfim, mas pode ter deixado o espectador boquiaberto, sem entender algumas passagens.

Bem diferente da transmissão eufórica dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, há um ano, a equipe escalada pela Record para a festa de abertura, os narradores Mauricio Torres e Alvaro José e a apresentadora Ana Paula Padrão, todos in loco, optou pela sobriedade e, em muitos momentos, pelo silêncio.

Em estilo oposto, a equipe do SporTV, com os narradores Milton Leite e Luiz Carlos Jr. no estádio, apoiados por Galvão Bueno do estúdio, apostou numa transmissão barulhenta, com muitos comentários e abobrinhas. Foi mais engraçado.

Falando o tempo todo, por cima do áudio da transmissão, o trio do SporTV não deixava o público descansar. Além das redundâncias, houve espaço para gafes, mau humor e piadas variadas.

Luiz Carlos tropeçou no português e falou em “problemas urbânicos” (sic). Galvão reclamou de um dos momentos mais legais, dizendo que Sean Connery, e não Daniel Craig, o atual intérprete do 007, é que deveria participar da festa, levando a rainha Elizabeth ao estádio. Ranzinza, também criticou a festa: “Tá bonito, mas um pouquinho frio”.

Durante o clipe de “Carruagens de Fogo”, Milton Leite começou a resumir o filme, mas não deu conta de contar tudo e se saiu com essa: “Ai você pega o filme na locadora e assiste”. Na passagem da delegação chilena, o narrador reiventou a geografia e anunciou: “Nosso vizinho, Chile”.

Na Record, também houve um ou outro excesso. Ana Paula, por exemplo, ao ver a homenagem dos ingleses ao seu famoso sistema público de saúde, escorregou: “É o nosso SUS”. Mas foi, de longe, uma apresentação mais contida e menos cômica. Ponto para a emissora.

Em tempo: Na sequência da cerimônia de abertura, Ana Paula Padrão emendou a apresentação do “Jornal da Record” e, para não ficar atrás, cometeu a maior gafe da noite, dizendo que estava apresentando o “Jornal da Globo”.

Obs: O texto foi publicado originalmente aqui. Meus textos sobre a cobertura dos Jogos estão sendo publicados AQUI.


“Desliga a internet”… Em que mundo vivia Carolina Dieckmann?
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Mauricio Stycer

Confirmando-se as informações até o momento disponíveis, Carolina Dieckmann foi vítima de um golpe clássico na internet: cedeu seus dados pessoais em resposta a um e-mail mal intencionado.

Muita gente já perdeu dinheiro por conta de golpes deste tipo. Carolina perdeu outro bem de valor, a privacidade. Fotos suas caíram na rede e se espalharam como vírus, com a típica velocidade que o meio propicia.

Nesta segunda-feira, ela concedeu uma primeira entrevista sobre o caso, ao “Jornal Nacional”. “Encontrei uma Carolina mais tranqüila esta tarde no Rio, aliviada, depois de dias de exposição da intimidade, constrangimento e chantagens”, narrou Patrícia Poeta, enquanto a câmera ia direto aos olhos da atriz, que brilhavam, como se estivesse chorando.

Como se sabe, Carolina não é uma celebridade típica, daquelas que fazem qualquer negócio para aparecer na mídia. Não por acaso, ao se referir a esta entrevista, o “Jornal da Globo”, mais tarde, sublinhou a dificuldade de falar com a atriz: “Carolina Dieckmann aceitou conversar com Patrícia Poeta”.

É verdade que o fato de ser representada por um advogado criminalista muito famoso acabou dando uma dimensão ainda mais espalhafatosa ao episódio. Mas Carolina não parece ter conseguido avaliar exatamente o que ocorreu, nem a proporção que o caso tomou.

Veja, por exemplo, o que ela fez ao ficar sabendo do vazamento das fotos: “Liguei para a Ana, que trabalha na minha casa, e falei: ‘Desliga a internet’. Davi, meu filho de 13 anos, estava em casa. Tinha muito medo de ele ver aquelas fotos e não estar lá para explicar. Minha preocupação era só falar para desligar a internet, que eu não queria que ele tivesse acesso àquilo.”

Este pedido, “desliga a internet”, é de uma ingenuidade comovente. Confirma que Carolina não segue o modelo-padrão de conduta dos famosos, mas acrescenta um dado a mais ao episódio: até aquele momento a atriz não fazia ideia do mundo em que está vivendo. Como se desligar a conexão caseira fosse impedir o filho de ver ou saber do que estava acontecendo.


“Jornal da Globo” vê risco à democracia na morte de Kirchner
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O “Jornal da Globo” começou na noite de quarta-feira com um incomum texto opinativo, uma espécie de editorial, lido pelo apresentador William Waack, no qual a emissora fala dos riscos para a democracia envolvidos na morte do ex-presidente Nestor Kirchner.

“Ao morrer, vítima de um ataque cardíaco hoje, Nestor Kirchner não era mais o presidente da Argentina. Mesmo assim, sua morte causou enorme comoção. Nestor Kirchner continuava governando através de sua mulher Cristina, que ia devolver o cargo a ele no ano que vem. O personalismo do líder populista é sempre um problema para instituições democráticas. É perigoso quando o caudilho está vivo e também quando ele morre”.

Na volta, ao apresentar a primeira reportagem do telejornal, Waack disse apenas uma frase: “A morte do ex-presidente Nestor Kirchner nesta quarta-feira jogou a Argentina num vazio político”. Foi seguido pela apresentadora Christiane Pelajo, que afirmou: “Kirchner era o principal nome da corrente que domina o país, o peronismo”. Ao que o enviado especial José Roberto Burnier, de Buenos Aires, completou: “Quem governa é a mulher, mas era ele quem mandava, dizem os argentinos”.

Waack voltou ao tema em outro momento do telejornal. Dirigindo-se a Burnier, ao vivo, de Buenos Aires, o apresentador perguntou: “Qual é a sua impressão a respeito de Cristina Kirchner? Ela consegue governar sem o marido?” O repórter respondeu: “Olha, William, esta é uma pergunta que os argentinos querem uma resposta, mas não tem esta resposta agora. Cristina nunca foi muito afeita às questões da economia. Quem governava… quem tomava muitas decisões por ela era o marido, que já estava afastado da presidência, mas que continuava dando muitos palpites no governo. E agora a questão é saber se ela vai ter condições de governar sozinha”.


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