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Globo aposta em remake de Amores Roubados nos EUA, conta herdeiro do grupo
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Mauricio Stycer

amoresroubadosisiscauaUm dos maiores sucessos na televisão em 2014, a série “Amores Roubados” é um dos trunfos da Globo em seu objetivo de adotar uma política mais “agressiva” no mercado externo.

RobertoMarinhoNetoA intenção foi revelada por Roberto Marinho Neto (dir.), hoje atuando em duas áreas da Globo, esportes e internacional. Além de vender seus programas, a emissora quer intensificar diferentes tipos de parceria, tanto coproduções, quanto venda de formatos.

A série “Amores Roubados”, como disse Marinho Neto, tem todas as características de um faroeste e pode, com facilidade, ser adaptada nos Estados Unidos. O diretor da Globo citou Nappa Valley, região de vinícolas na Califórnia, como o cenário onde deve ser ambientada a produção.

O blog apurou que a ideia está bem avançada. O protagonista da história, Leandro, vivido por Cauã Raymond, seria um mexicano na série americana. Vivendo na Califórnia, ele se envolveria com a mulher e a filha do dono da vinícola, bem como com uma terceira mulher. O diretor e o autor da série original, respectivamente, José Luiz Villamarin e George Moura, vão supervisionar o projeto.

Quem é

Roberto Marinho Neto é filho de Roberto Irineu Marinho, presidente do Grupo Globo. Na última quinta-feira (25), ele discursou em nome do pai, na presença da presidente Dilma Rousseff, no jantar de gala oferecido pela emissora aos participantes de um evento promovido pela Academia de Televisão, Artes e Ciências, a mesma que concede o prêmio Emmy.

Como os demais herdeiros do Grupo Globo, Marinho Neto cumpriu um programa de formação obrigatório, que inclui estudo em universidade no exterior, MBA, experiência profissional em empresas de fora e passagens por diferentes áreas do próprio grupo.

Dificuldades em Portugal

Na sua conversa com poucos jornalistas na última sexta-feira (26), Marinho Neto revelou que a Globo hoje tem dificuldades de vender as suas novelas para alguns mercados que eram fregueses, como Portugal, por exemplo. “Um dos nossos trunfos é que a nossa programação tem a cara do Brasil”, disse. “Mas isso também pode ser um problema”.

Segundo ele, os portugueses hoje preferem uma novela de qualidade inferior, mas feita em Portugal, com uma história que diga mais respeito à realidade deles.

elclonEssa constatação estimula a ideia de realizar coproduções internacionais. A Globo já fez algumas, como a bem-sucedida “El Clon”, a partir de “O Clone”, de Gloria Perez, realizada em parceria com a Telemundo (EUA) e a Caracol (Colômbia), em 2010.

Em 2014, Globo e Caracol anunciaram o plano de lançar este ano um canal pago, chamado Macondo Way, voltado ao público hispânico nos Estados Unidos. Questionado se este acordo era um exemplo da política mais “agressiva” da emissora, Marinho Neto deu a entender que os planos são bem mais ambiciosos do que isso.

O jornalista Mauricio Stycer viajou ao Rio a convite da Globo

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Detetive Vê TV: Cadê o cinto de segurança da repórter?
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Mauricio Stycer

EsporteEspetacularcinto

A comovente história de Susana Schnarndorf, que usa a natação como arma contra uma grave doença incurável, encerrou o “Esporte Espetacular”, na Globo, neste domingo (28). O seu sonho é disputar os Jogos Paralimpicos de 2016, no Rio.

A reportagem, conduzida por Juliana Sana, acompanhou a dura rotina de Susana em diferentes situações. Parte da conversa entre a atleta e a repórter foi exibida durante um deslocamento de carro. Susana, ao volante, usava o cinto de segurança. Já Juliana, ao seu lado, estava sem o equipamento. “Que belo exemplo para os telespectadores, hein?”, protestou o leitor Eduardo Carvalho.


Conheça cinco tendências da televisão no mundo
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Mauricio Stycer

virginiamouselerFundadora e diretora da WIT, uma agência que pesquisa os caminhos da televisão em todo o mundo, Virginia Mouseler foi uma das atrações do International Academy Day. Trata-se de um evento promovido pela Academia de Televisão, Artes e Ciências, a mesma que concede o prêmio Emmy, realizado este ano no Brasil, na sede da Globo, no Projac.

A executiva fez uma exposição, nesta quinta-feira (25), sobre as principais tendências do momento no mercado audiovisual. Ela falou a executivos de emissoras estrangeiras, convidados ao encontro, e a funcionários graduados da Globo. Abaixo, um resumo de suas observações:

DuenosDelParaiso21.“Super Séries”: No meio do caminho entre a novela e a série, este formato explora tramas que rendem histórias com cerca de 60 capítulos. O assunto da moda, segundo Virginia Mouseler, são dramas sobre tráfico de drogas, um tema de fácil compreensão em qualquer lugar do mundo. Ela chama este subgênero de “narco-novelas”. Um exemplo recente é “Dueños del Paraiso”, uma produção da Telemundo, nos EUA, em parceria com a TV Nacional do Chile.

trapped2. Policiais nórdicos: Séries baseadas em romances policiais de escritores da Escandinávia estão proliferando. “Bron/Broen”, exibida no Brasil pelo canal + Globosat, é um bom exemplo. A aposta deste ano é “Trapped” (foto), uma produção islandesa, já adquirida pela BBC.

janethevirgin3. Adaptações: Mais do que roteiros originais, Virginia Mouseler contabiliza a preferência de produtores por adaptações de ideias testadas originalmente em outras mídias (cinema, livros, videogames, HQs etc). Essa é uma opção que envolve menos riscos e sinaliza, igualmente, uma forte demanda por histórias para serem produzidas. Um exemplo citado foi “Jane the Virgin” (2014), uma série americana de muito sucesso adaptada livremente de uma novela venezuelana, “Juana la Virgen” (2002).

mileumanoites4. Enredos universais: “Boas histórias não têm pátria”, diz a diretora da WIT. Ela cita o inesperado sucesso na América Latina de novelas produzidas na Turquia. “Mil e Uma Noites” (foto), atualmente em exibição na Band, “Fatmagul” e “Ezel”, que também devem ser apresentadas pela emissora, são exemplos desta tendência. Este ano, pela primeira vez uma rede americana, a NBC, vai fazer uma série, “Game of Silence”, baseada em um formato turco.

therefugees5. Coproduções internacionais: Diferentes associações têm sido feitas para produção de programas. Este ano foi ao ar “The Refugees”, uma parceria entre a BBC inglesa e o grupo espanhol Atresmedia. Já “Dueños del Paraiso”, citado no primeiro tópico, reúne americanos e chilenos. Virginia Mouseler diz, também, que hoje chama a atenção o papel de Itália, Alemanha e França como exportadores de conteúdo de televisão.

O jornalista Mauricio Stycer viajou ao Rio a convite da Globo.

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Para segurar a audiência, nada melhor que a cobertura ao vivo de um drama
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Mauricio Stycer

Vinte e quatro horas depois da morte de Cristiano Araujo, o tamanho da cobertura que as principais emissoras de TV aberta estão dando ao fato intriga não apenas a quem ignorava solenemente o cantor como também aos seus próprios fãs.

As circunstâncias dramáticas da morte – tinha apenas 29 anos, voltava de um show, a namorada também faleceu no acidente – certamente contribuíram para aumentar a comoção. Além de ser muito querido pelos colegas, tinha um grande fã-clube jovem, o que também ajudou a elevar a ressonância do drama.

cristianoaraujogloboAinda assim, é difícil entender o espaço que o caso tomou. A Globo, como escrevi, chegou a alterar a sua programação, cancelando a Sessão da Tarde, para dedicar mais tempo a uma cobertura que começou nos telejornais matinais, prosseguiu no “Mais Você”, “Encontro com Fátima Bernardes” e se estendeu no “Video Show” especial, que ficou no ar até as 16h40 de terça-feira (24).

As demais emissoras também se desdobraram ao longo do dia – Record, RedeTV!, Band e até Gazeta. Foi um festival de flashes ao vivo de Goiânia, onde o cantor vivia e foi velado, análises e especulações sobre as causas do acidente, entrevistas com amigos e colegas, além de reprises de números musicais.

cristianoaraujoguguÀ noite, houve uma disputa particular entre Gugu Liberato e Ratinho pelo direito de tratar do assunto de forma mais dramática. Enquanto o apresentador do SBT se vangloriava de ter sido o primeiro programa nacional a receber Cristiano, seu colega da Record prometia apresentar o áudio da última entrevista do cantor.

cristianoaraujoratinhoUma pergunta comum no Twitter, diante desta cobertura avassaladora, era: como será que as emissoras vão se comportar no dia em que artistas bem mais famosos morrerem?

É sintomático desta preocupação um comentário de Otaviano Costa durante a exibição do interminável “Video Show” de terça-feira. O apresentador disse que, como muita gente, não conhecia o cantor e estava impressionado com a comoção gerada pela sua morte.

Tenho a impressão que parte da energia investida na cobertura da morte de Cristiano Araujo se explica pela fuga de audiência da TV aberta. É preciso segurar o espectador a qualquer custo – e nada melhor para isso do que uma cobertura ao vivo de uma tragédia, mesmo que o seu protagonista não seja conhecido por parte do público.

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Globo cancela Sessão da Tarde por cobertura da morte de Cristiano Araujo
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Mauricio Stycer

cristianoaraujoglobo

Com uma grade cada vez mais flexível e atenta às oportunidades de audiência, a Globo cancelou nesta quarta-feira (24) a exibição do filme “Cupido – A Magia do Amor”, para manter no ar a cobertura ao vivo sobre a morte do cantor Cristiano Araujo.

Usando como âncora o “Vídeo Show”, que agora é a vivo, a emissora explorou o assunto sem interrupção. Deixando a preocupação com a qualidade de lado, Otaviano Costa e Monica Iozzi fizeram inúmeras entrevistas com músicos e amigos de Araujo via Skype.

Costa justificou a decisão de mudar a programação pelo fato de que “a comoção é muito grande”. Por outro lado, o apresentador reconheceu que parte do público, inclusive ele, não sabia quem era o cantor sertanejo.

Fátima Bernardes entrou ao vivo para se desculpar por, mais cedo, em seu programa, ter chamado o músico de “Cristiano Ronaldo”. Sandra Annemberg, âncora do jornal “Hoje”, também participou do esforço de cobertura, convocando repórteres e fazendo entrevistas.

A emissora, ainda, revirou o seu arquivo para mostrar passagens do músico por diferentes programas. A programação normal foi retomada às 16h40, para exibir “O Rei do Gado”.

Cristiano Araujo morreu na manhã desta quarta-feira em um acidente de carro, aos 29 anos. O disco mais recente do cantor, “In the Cities”, foi lançado pela gravadora Som Livre, do grupo Globo.

A emissora, claro, não ficou sozinha na exploração do caso. Com exceção do SBT e da Cultura, todas os canais de TV aberta, em São Paulo, dedicaram suas programações vespertinas à cobertura da morte do cantor.

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Ana Maria Braga copia brincadeiras de Jimmy Fallon já imitadas pela Record
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Mauricio Stycer

maisvoceaguaMaisVoceOvoNinguém mais se surpreende com a sensação de “déjà vu” nas pautas dos principais programas da TV no país, dos matinais aos talk shows noturnos. Copiar programas estrangeiros é uma tradição tão antiga quanto a televisão no Brasil. Menos comum é imitar o que já foi imitado.

Na manhã desta terça-feira (23), ao promover um arraial de São João no “Mais Você”, Ana Maria Braga submeteu artistas da Globo a diversas situações constrangedoras, várias delas “inspiradas” em brincadeiras já vistas em programas americanos, como o antigo “Late Night”, de Jimmy Fallon (ele hoje apresenta o “Tonight Show”).

O curioso é que ao menos duas destas atrações já haviam sido copiadas por um programa da Record, o “Domingo da Gente”, exibido em novembro de 2013. Tanto a “roleta russa do ovo”, protagonizada por Suzana Pires e Maria Eduarda de Carvalho,  quanto a “guerra de água”, vivida por Tatá Werneck e Tiago Abravanel, foram encenadas no programa da Record, por Adriane Galisteu e Anitta (ovo) e Rodrigo Faro (água).

domingogentegalisteufarogalisteuanittaovoEscrevi na época: Para não dizer que apenas atrações locais foram recicladas, “Domingo da Gente” também explorou brincadeiras usadas pelo humorista e apresentador Jimmy Fallon em seu programa na TV americana. Durante o encontro de Galisteu com Anitta, foi encenada a “roleta russa do ovo”. Depois, com Rodrigo Faro, a “guerra de água” (acima). Se faltou criatividade, houve transparência nos dois casos, com a exibição prévia de cenas do “Late Night” de Fallon.

Já o “Mais Você”, até onde vi, não informou a fonte de sua inspiração.

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Na Globo um apresentador quer “derrubar o outro”, diz Xuxa na Record
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Mauricio Stycer

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Aos poucos, desde que trocou a Globo pela Record, Xuxa Meneghel vai deixando escapar críticas e restrições à emissora onde trabalhou por quase 30 anos. Na apresentação, em março, ela havia dito:

“Meu sonho é fazer o que eu quero, antes eu não podia. Eu não podia cantar lá, tinha que pedir permissão, mesmo no Dia das Crianças. Eles falavam que o foco tinha que ser a família e não a criança. Porque já tenho voz infantil. Não podia fazer assistencialismo, porque, como vocês sabem, lá tem um projeto para isso, o ‘Criança Esperança'”, afirmou a apresentadora.

Neste domingo (21), em entrevista ao apresentador Rodrigo Faro, Xuxa voltou ao assunto: “Sempre tinha alguém atrás de mim. Alguém que falava por mim, falava a roupa que eu tinha que vestir, o que eu devia falar. Aí, depois de um tempo, eu me revoltei.”

Em outro momento, de forma mais direta, a apresentadora disse que não encontrava um bom clima de trabalho na Globo:

“Uma das coisas que eu me sentia muito mal era ver um apresentador ser contra o outro na mesma emissora. E isso acontece muito em outras emissoras. Principalmente na emissora que eu vim acontece muito. As pessoas ficam imaginando como vai fazer pra derrubar a outra pessoa que está ali.  As pessoas não jogavam no mesmo time.”

O comentário serviu para elogiar a nova emissora, é claro. “Não sei por que cargas d´água as pessoas que não conhecem as novelas da Record, o jornalismo da Record, criticam a Record”, disse. “Eu queria que as pessoas se dessem a chance de conhecer o trabalho de outras emissoras pra poder ter a chance de escolher.” E acrescentou: “Hoje não estou na primeira emissora, como as pessoas falam, mas tenha certeza que a minha vontade não é de ser a primeira, é de ser a única.”

xuxaellenXuxa confirmou que o programa da americana Ellen DeGeneres é um modelo para a atração que exibirá na Record. “Eu realmente gostaria de fazer um programa parecido com o dela”, disse. O que incomoda a apresentadora é dizerem que ela copia o cabelo da colega. Xuxa disse que usa este corte desde que a filha Sasha tem cinco meses.

O “The Ellen DeGeneres Show” é um talk-show de uma hora, exibido de segunda a sexta, desde 2003.

Xuxa disse a Faro que tentou apresentar projetos para a Globo nos últimos anos, sem sucesso. “Este projeto na Record [de um programa no formato da Ellen DeGeneres] eu levei para a Globo há 3 anos e a casa dizia não e não. A emissora sempre dizia não. Quando ele [Marcelo Silva, vice-presidente artístico da Record] veio com o projeto, fiquei feliz porque eu vi que não errei e achei que daria certo”.

A entrevista com Faro, que se referia a ela como “Xu”, serviu de pretexto, novamente, para falar do seu interesse em entrevistar Silvio Santos na estreia. Referindo-se ao dono do SBT como “tio Silvio”, disse: “”Minha vontade era ir no supermercado com ele. Ele é o maior apresentador que existe nesse mundo.”

Em tempo: O programa “Hora do Faro” alcançou média de 9 pontos no Ibope neste domingo. A entrevista com Xuxa, exibida entre 16h23 às 17h48, deixou a Record em primeiro lugar por 32 minutos. Cada ponto equivale a 67 mil domicílios na Grande São Paulo.

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Record muda politica e troca programação ao vivo por reprise de novela
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Mauricio Stycer

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Nos últimos anos, a Record construiu uma grade de programação diária baseada em programação ao vivo, do “Balanço Geral Manhã” até o fim do “Cidade Alerta”, já de noite. O cardápio inclui programas jornalísticos e de entretenimento, que vão se intercalando ao longo do dia.

O número elevado de horas ao vivo foi usado diversas vezes como ferramenta de marketing da emissora. A decisão de cancelar o “Programa da Tarde”, que ocupa 150 minutos diários na grade,  e trocá-lo por reprises de novela é uma ruptura significativa nesta política. O anúncio ocorreu justamente no momento em que o SBT comemora um ano da retomada da vice-liderança no Ibope.

Baixa audiência (média em torno de 4 pontos) e faturamento comercial insuficiente são as justificativas para o fim da atração comandada por Britto Jr. e Ticiane Pinheiro. A opção por reprises de novela é a mais simples e barata.

Exibindo dois folhetins em sequência, como informou o colunista Ricardo Feltrin, a emissora vai se posicionar entre o SBT, que exibe três novelas mexicanas na faixa da tarde, e a Globo, com o seu Vale a Pena Ver de Novo. Ou seja, a Record vai abrir mão de uma programação original para ficar mais parecida com as duas emissoras hoje à sua frente na guerra pela audiência.

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Por que os autores fizeram a heroína de “Babilônia” ser tão chata?
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Mauricio Stycer

No UOL Vê TV desta semana, tento entender o que há de errado com uma das protagonistas de Babilônia. Em vez provocar pena ou simpatia, a heroína da história, Regina (Camila Pitanga), está irritando os espectadores. De quem é a culpa? Dos autores da novela.

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Mauricio Stycer

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Com dificuldades constantes no Ibope, a novela das 21h da Globo teve um resultado desastroso nesta terça-feira (16). “Babilônia” registrou menos audiência do que a novela das 19h, “I Love Paraisópolis”, não apenas em São Paulo, como já ocorreu diversas vezes, mas também no Rio. Pior, a novela de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga perdeu para a adolescente “Malhação”, exibida às 18h, no Rio.

O capítulo desta terça-feira da principal novela da Globo girou, mais uma vez, em torno das agruras de Regina (Camila Pitanga), novamente presa. Na delegacia, ela rompeu o namoro com o advogado Vinicius (Thiago Fragoso) e ouviu uma declaração de amor de Carlos Alberto (Marcos Pasquim). Veja os números das novelas da Globo no dia:

São Paulo
Malhação: 19,9
Sete Vidas: 21,0
I Love Paraisópolis: 25,1
Babilônia: 22,7
Verdades Secretas: 17,9
(cada ponto na Grande São Paulo equivale a 67 mil domicílios)

Rio
Malhação: 27,0
Sete Vidas: 24,7
I Love Paraisópolis: 27,8
Babilônia: 26,3
Verdades Secretas: 20,3
(cada ponto no Grande Rio equivale a 42 mil domicílios)

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