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Em seu programa, Jô Soares deseja boa sorte e “merda” a Porchat na Record
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Mauricio Stycer

josoaresporchat
Jô Soares abriu o programa de terça-feira (23) com uma mensagem para Fábio Porchat, que estreia nesta quarta (24) um talk show na Record. Sem citar o nome da emissora concorrente, o Gordo saudou:

“Antes de começar qualquer coisa, eu quero desejar toda sorte do mundo ao Fabio Porchat, que está estreando amanhã o seu programa. ‘Fabio, minha benção para você, meu beijo do Gordo e, como se diz no teatro, no cinema, enfim, na classe artística: merda!’.”

Fábio Porchat e Jô Soares têm uma relação de longa data. Em 2002, ainda estudante de administração, Porchat estava na plateia do programa de Jô e pediu para fazer uma imitação dos personagens Rui e Vani de “Os Normais. Foi o passo inicial de sua carreira artística.

Ao fechar com a Record, em 2015, para fazer o seu talk show, Porchat disse que “Jô Soares é tão forte que precisa de três para substituir”, referindo-se também a Danilo Gentili e Marcelo Adnet.

Recentemente, Porchat revelou que recebeu um telefonema de Jô, desejando-lhe boa sorte na nova empreitada.

Adnet
Na manhã desta quarta, Marcelo Adnet, que estreia amanhã um programa de entrevistas na Globo, também desejou sucesso ao concorrente. Em sua conta no Twitter, ele escreveu: “Desejo ao querido amigo Fabio Porchat sucesso e felicidade em mais essa jornada que se inicia hoje”.

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Ação por “Justiça” deixa a Globo duas horas sem intervalo no horário nobre
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JusticaAdrianaEstevesA estreia de “Justiça” na noite de segunda-feira (22) rendeu à Globo um excelente resultado no Ibope, em São Paulo. A nova série marcou 29,6 pontos, um crescimento de 30% em relação à média do horário.

O resultado se deve, em parte, à estratégia de programação da emissora, que ficou duas horas no ar sem exibir qualquer intervalo comercial.

Às 22h07, depois de um break, a Globo mostrou o último bloco de “Velho Chico”, emendando, então, com a estreia de “Justiça” e, na sequência, com o primeiro bloco do filme “Loucas pra Casar”, voltando a fazer um intervalo à 0h08.

“Justiça” contou também com ajuda dos bons números da novela das 21h, que ontem marcou 34,6 pontos. O filme registrou média de 20,3.

A estratégia de divulgação da série de Manuela Dias inclui, ainda, a antecipação, para assinantes da Globo Play, dos quatro primeiros episódios.

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Onze momentos inesquecíveis, para o bem e o mal, da Rio-2016 na televisão
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O balanço a seguir foi escrito a quatro mãos com o colega Rogerio Jovaneli e publicado originalmente no UOL Esporte.

clebermachado1- Quem tem pressa come cru: A vontade de narrar uma medalha de ouro para Isaquias Queiroz era tanta que Cleber Machado acabou cometendo o maior erro de narração nesta Rio-2016. Descrevendo a prova C2-1000 m da canoagem, que tinha a dupla brasileira formada por Isaquias e Erlon de Souza como favorita, ele decretou a medalha de ouro depois de 250 metros. “Os brasileiros tentam uma última arrancada. Os brasileiros vão ganhar medalha de ouro!” Após se dar conta que ainda faltavam 750 metros, Cleber prosseguiu, sem graça. A dupla ficou em segundo.

galvaoneymar22- A “DR” do narrador com o craque: Na condição de narrador, âncora, comentarista e conselheiro da seleção brasileira, Galvão Bueno usou a Globo como plataforma para fazer críticas ao desempenho da equipe nos primeiros jogos. Neymar foi mais atacado por, na condição de capitão, não ter dado entrevistas depois dos jogos. Na sua primeira declaração após a conquista do ouro, o atacante devolveu: “Agora, vão ter que me engolir”. O narrador replicou: “Façam o desabafo que quiserem, mas foi muito bom terem dado o ouro olímpico para o Brasil.”

gugaglobo23- Somos todos Guga: O slogan da Globo na Rio-2016, “Somos todos olímpicos” poderia ter sido outro, tamanho o impacto da presença de Gustavo Kuerten nas transmissões da emissora. Guga deu show de simpatia e carisma, foi adotado pelos espectadores e tietado por Galvão Bueno. Sua presença cresceu na mesma medida em que o narrador entrou em conflito com Neymar.

glendadaiane24- Muito choro: Uma das apostas da Globo, a apresentadora Glenda Koslowski estreou como narradora da ginástica. Depois de alguns dias, teve que pedir desculpas pelo excesso de gritos e choro nas suas transmissões: “Eu também gritei aqui, peço desculpas ao pessoal de casa se ficou agudo demais. É porque é um momento inesquecível”. Outro que não parou de chorar foi Tadeu Schmidt, cujo sobrinho, Bruno, ganhou medalha de ouro no vôlei de praia. No “Fantástico”, o choro do tio foi mais importante que a medalha do sobrinho.

5- Audiência despencou: Competindo com Globo e Band, emissoras com mais tradição em cobertura esportiva, a Record foi a grande perdedora dos Jogos. Quando apostou em transmitir os mesmos jogos que os concorrentes, phelpschegou a amargar até quarto lugar no Ibope. E, depois de investir vários dias em ginástica, voltou à programação normal em um domingo e só deu flashes das medalhas de Diego Hypolito e Arthur Nory.

6- Bate-papo com Phelps: Sem estúdio nos Jogos, a Record teve a boa ideia de escalar alguns de seus comentaristas, como Luiza Parente (ginástica) e Ricardinho (vôlei), para acompanharem a passagem de atletas pela chamada “zona mista”. Foi lá que Michael Phelps parou para bater um papo com Fernando Scherer, o Xuxa. A entrevista durou apenas dois minutos, mas foi muito festejada pela emissora, especialmente porque o nadador recusou vários pedidos de entrevista da Globo.

neto7- Corneta acesa: Apesar da contratação do experiente Álvaro José, a Band fez uma cobertura sem maiores destaques. Em alguns momentos, como na estreia do futebol feminino, conseguiu superar a Record. O apresentador Milton Neves e o comentarista Neto acabaram atraindo a atenção pelo volume das críticas à seleção brasileira masculina. Depois do ouro, Neto foi “homenageado” pelos principais jogadores da equipe com mensagens “carinhosas” em seu instagram.

8- Voz de especialista: Fato incomum na TV aberta, a Record News apostou em um jornalista analista de futebol na cobertura da Rio-2016. Alexandre Praetzel recheou a transmissão de informações, de história até, além de análise técnica e tática, com um linguajar que fugiu do perfil boleiro de comentar adotado por Globo e Band.

miltonleite9- Proibido para menores: Fazendo a maior cobertura de sua história, com 16 canais, além de um mosaico, o Sportv mostrou tudo, mesmo, da Olimpíada do Rio. Algumas vezes, até o que não desejaria mostrar, como Milton Leite, um dos seus principais narradores, aos palavrões, nas transmissões. O programa “É Campeão”, apresentado por André Rizek, com a participação de ex-atletas olímpicos estrangeiros, foi o ponto alto.

romulomendonca210- Mensageiro do caos: Conhecido pela irreverência em suas narrações, mas até então restrito a esportes de nicho (beisebol, futebol americano), Rômulo Mendonça, da ESPN Brasil brilhou na Rio-2016, fazendo jogos de voleibol, com locuções intensas e recheadas de bordões engraçados. Auto-intitulado “Mensageiro do caos”, o narrador soltou pérolas como esta, após uma atacante japonesa ser bloqueada pelo time brasileiro: “Aqui não neném, vai caçar Pokémon em Osasco!”.

11- Rio virou piada na Fox: Com a proposta de levar humor às suas transmissões, o Fox Sports fez uso dos serviços do popular grupo Porta dos Fundos. “Não vamos chamar de ‘assalto’. Nos Jogos do Rio parece que está proibido dizer que o round do boxe é assalto porque pode configurar outro tipo de coisa e confundir as autoridades presentes”, arriscou-se Antônio Tabet, líder da trupe, durante narração de uma luta de boxe, uma das poucas vezes que se viu ali o humor ácido do canal de vídeos da internet.

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Em Olimpíada sem exclusividade, só a Globo cresceu com transmissão
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Em um arranjo pouco comum, o COI (Comitê Olímpico Internacional) negociou os direitos de transmissão da Rio-2016 com três emissoras de TV aberta brasileiras. O negócio não foi dos mais positivos, porém, para Record e Band. Só a Globo viu a sua audiência crescer no período.

Ao longo de todo o período da Olimpíada, a Record ficou em terceiro lugar no Ibope, atrás do SBT, que manteve a sua programação normal.

Segundo dados do Ibope, entre 3 e 21 de agosto, a Globo registrou crescimento de audiência em todas as faixas horárias, na comparação com seus números de junho e julho. Em São Paulo, entre 7h e 0h, a emissora teve média de 17 pontos (com 37% de participação), um crescimento de 2 pontos (13%) em relação à média. Na mesma faixa, a Record registrou perda de 2 pontos, enquanto SBT e Band se mantiveram com a mesma média.

No Rio, a média das 7h à 0h da Globo foi de 21 pontos (44% de share), um aumento de 3 pontos em relação à média. A Record perdeu, na média, 1 ponto, enquanto SBT e Band não tiveram alteração na média.

Detalhando os dados em duas das faixas principais, a Globo também festeja bons números. Em São Paulo, das 12h às 18h, alcançou 15 pontos (33% de share), um crescimento de 3 pontos (25%) em relação à média. E das 18h às 24h, o chamado horário nobre, marcou 27 (42 % de participação), um crescimento de 3 pontos (13%).

No Rio, das 12h às 18h, a emissora teve durante os Jogos média de 20 pontos (41% de participação), quatro a mais que o normal. E das 18h às 24h, registrou 30 pontos (48% de share), um crescimento de 3 pontos.

A transmissão da cerimônia de encerramento rendeu à Globo, em São Paulo, média de 27 pontos (39% de participação), um crescimento de 8 pontos em relação à média no horário. E, no Rio, 30 (com 49% de share), também um crescimento 8 pontos (36%) sobre a média. A audiência da cerimônia, nas duas cidades, superou o encerramento das cinco Olimpíadas anteriores.

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“Fora Temer” aparece no vôlei e Globo responsabiliza transmissão oficial
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foratemervoleiA transmissão da partida final do vôlei masculino, que acabou com a vitória do Brasil sobre a Itália, neste domingo (21), no Maracanazinho, foi marcada pela exibição de um cartaz de protesto contra o presidente em exercício do Brasil. Por duas vezes, a mensagem de “fora Temer” apareceu na tela de todas as emissoras que exibiam a partida.

Na Globo, o narrador Luis Roberto se apressou em explicar, depois da segunda aparição, que a responsabilidade pela captação de imagens é da OBS (Olympic Broadcasting Services), que gera para todos os detentores de direitos.

A Globo enfrentou dificuldades técnicas no início da transmissão. Com problemas de áudio, o jogo começou sendo narrado do estúdio. Luis Roberto só assumiu a narração quando o jogo estava 4 a 2 para a Itália. O problema reapareceu no final do primeiro set, levando o narrador Rembrandt Júnior a assumir do estúdio, ajudado pelo repórter Carlos Gil.

O Sportv, do grupo Globo, também registrou problemas de áudio nesta transmissão.

Audiência
A final do vôlei masculino rendeu excelente audiência à Globo, em São Paulo, segundo dados prévios do Ibope. Exibida entre 13h16 e 14h57, a partida registrou 24 pontos (com 42% de participação), um aumento de 13 pontos (118%) em relação à média da faixa horária em junho e julho. A Record marcou 5 pontos (uma queda de 5 pontos em relação à sua média) e Band manteve a sua média com 2 pontos. Cada ponto no Ibope, em São Paulo, equivale a 69 mil residências.

Em 2012, em Londres, exibindo a final de vôlei masculino entre Brasil e Rússia, a Record registrou média de 11 pontos (com 33% de participação).

No Rio, Brasil e Itália rendeu à Globo 28 pontos (com 49% de participação), um crescimento de 13 pontos (87%) em relação à faixa horária nos últimos dois meses. A Record marcou 4 pontos (queda de 4 em relação à média) e a Band, com 1 ponto, manteve a média.

Há quatro anos, em Londres, a Record conseguiu 10 pontos no Rio com a exibição da final do vôlei masculino.

Estes dados estão sujeitos à alteração na manhã desta segunda-feira (22), quando o Ibope divulgar os números de audiência consolidados do final de semana.

Este texto foi publicado originalmente no UOL Esporte.

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Globo lembra de racismo a brasileiro na Europa e pede desculpa a francês
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uchoalavilinerO francês Renaud Lavillenie comentou em entrevista à Globo nesta quarta-feira (17) os dois episódios de vaia que enfrentou – o primeiro na prova de salto com vara e o segundo na cerimônia de entrega de medalha.

Lavillenie culpou o público brasileiro presente no Estádio Olímpico pela sua derrota para o brasileiro Thiago Braz, chegando a sugerir que as vaias que recebeu ao saltar se comparavam àquelas ouvidas por Jesse Owens no estádio Olímpico de Berlim, em 1936. Por conta de suas declarações, voltou a ser vaiado ao receber a medalha de prata – e chorou no pódio.

Antes mesmo de fazer qualquer pergunta, o repórter Marcos Uchôa criticou os que vaiaram o atleta francês: “O público brasileiro não conhecia muito bem o protocolo, a maneira de se comportar nesta competição particular, que é muito difícil e perigosa.”

Lavillenie disse que não teve a intenção de chamar o Brasil de nazista ou racista, ao lembrar do episódio com o atleta americano. O repórter lembrou ao atleta que, na Europa, muitos jogadores brasileiros são chamados de “macacos” por torcedores.

O saltador contou que o choro no pódio foi consequência das vaias que recebeu na cerimônia de premiação, mas lembrou que tem recebido muito carinho ao passear pela cidade.

Como se fosse um representante do governo brasileiro, Uchôa pediu desculpas a Lavillenie, enfatizando que o comportamento de parte do público no Engenhão não representa a totalidade dos brasileiros. “Eu queria que ele entendesse que isso não representa, de maneira nenhuma, os brasileiros”, explicou.

Este texto foi publicado originalmente no UOL Esporte.

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Posição na zona de entrevistas gera disputa entre as emissoras brasileiras
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zonamista2O espectador pode não notar, mas ao final de cada disputa esportiva nos Jogos Olímpicos, uma outra luta tem início – a das emissoras de TV por uma entrevista com os atletas. Isso ocorre na chamada “zona mista”, uma área delimitada com grades, onde se colocam os profissionais da mídia à espera dos esportistas.

As emissoras donas de direitos de transmissão – Globo, Record e Band – pagam para se posicionar na zona mista. Mas cabe à OBS, a empresa responsável pelas transmissões de TV nos Jogos, a definição do lugar de cada uma na área de entrevistas.

No tênis, por exemplo, a posição número 1 era da Band. Após a derrota de Djokovic para Del Potro, emissora falou com o tenista sérvio antes de qualquer outro canal de TV do mundo. Mas aconteceu, também, de atletas passarem direto pela posição da Band – eles são obrigados a passar por ali, mas só param se quiserem.

Agora, no atletismo, quem conseguiu a posição número 1 foi a Record. Para quem está transmitindo ao vivo, é uma vantagem considerável. Usain Bolt parou para falar com a emissora, assim como Thiago Braz. Poderiam não ter parado, se quisessem.

Empolgada, pelo segundo dia consecutivo, a emissora enviou comunicado à imprensa: “A Record saiu na frente de novo e furou a concorrência ao mostrar a primeira entrevista do brasileiro Thiago Braz após a conquista da medalha de ouro histórica no salto com vara”.

O “furo”, no jornalismo, é uma notícia exclusiva, obtida por um veículo. Não foi o caso. A Record está apenas fazendo marketing, sugerindo ter conseguido algo especial, quando na verdade o acaso a permitiu falar com um atleta alguns minutos antes de seus concorrentes.

Até entendo o exagero da emissora. Com pouca tradição em cobertura esportiva, a Record tem registrado perdas diárias de audiência por causa da transmissão dos Jogos Olímpicos. E tem desperdiçado bons momentos, como ocorreu domingo (14) na ginástica. Depois de dias seguidos exibindo a modalidade, a emissora optou por voltar à programação normal (Geraldo Luis e Rodrigo Faro) e só exibiu “flash” da dupla vitória brasileira, de Diego Hypolito e Arthur Nory.

Este texto foi publicado originalmente no UOL Esporte.

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Derrota da seleção feminina eleva média de audiência da Globo em 80%
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andressinhaPara a seleção brasileira, o resultado da semifinal de futebol feminino foi decepcionante. A derrota nos pênaltis para a Suécia tirou a chance da inédita medalha de ouro. Já para a Globo, o saldo da partida foi o melhor possível. Segundo dados prévios do Ibope, a emissora registrou no horário, em São Paulo, um crescimento de 80% em relação à audiência de junho e julho.

Entre 13h e 15h46, a Globo marcou 18 pontos (oito a mais que a média). Record e Band, também transmitindo o jogo, alcançaram 5 e 4 pontos, respectivamente. Para a primeira, representou uma queda de 38% (3 pontos) em relação à média de junho e julho. Para a segunda, um crescimento de 33% (1 ponto).

Cada ponto no Ibope em São Paulo equivale a 69 mil residências. Esses números podem sofrer alteração depois que o Ibope divulgar os dados consolidados nesta quarta-feira.

No Rio, a Globo registrou média de 29 pontos, um crescimento de 93% em relação à audiência em junho e julho neste horário. A Record marcou 5 pontos e a Band, 2.

Este texto foi publicado originalmente no UOL Esporte.

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Enquanto Globo tenta entrevista, Record põe Xuxa para bater papo com Phelps
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phelpsUm dos principais protagonistas dos Jogos Olímpicos, Michael Phelps é alvo do assédio de jornalistas de todo o mundo aqui no Rio. O nadador tem dado entrevistas coletivas, mas não é figura fácil diante das câmeras. Apesar de muito esforço, a Globo não exibiu, até agora, uma exclusiva com o nadador.

Apesar de estar fazendo uma cobertura bem mais comedida que a rival, a Record conseguiu que Phelps lhe desse atenção especial. O autor do feito foi o ex-nadador Fernando Scherer, o Xuxa, comentarista de natação da emissora.

A entrevista foi realizada em pé, durante a passagem do americano por uma área reservada para equipe de televisão, na noite de sábado (13), quando disputou sua última prova. São apenas dois minutos de conversa. Phelps fala como ter tido um filho mudou a sua vida. “Finalmente sei o que o amor significa”, disse o nadador, emocionando o “repórter” Xuxa.

Sem estúdio nos Jogos, a Record teve a boa ideia de escalar alguns de seus comentaristas, como Luiza Parente (ginástica) e Ricardinho (vôlei), para acompanharem a passagem de atletas pela chamada “zona mista”. Foi lá que Xuxa fez a entrevista com Phelps.

Este texto foi publicado originalmente no UOL Esporte.

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Perito de “Velho Chico” usa avental da empresa de “Totalmente Demais”
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Mauricio Stycer

velhochicobastille
Convocado a ajudar nas investigações do atentado a Santo (Domingo Montanger), o perito criminal chegou a Grotas para auxiliar o delegado. Muito espectadores notaram que ele usava um avental com a marca da Bastille, empresa de cosméticos da novela “Totalmente Demais”, encerrada há pouco tempo.

Como escreveu a “detetive” Andreia Lima, “sempre se imagina que os figurinistas aproveitem peças de novelas que já acabaram em outras ainda em exibição; mas se esqueceram de tirar a identificação da ’empresa’.” Bingo.

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