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Tempo de “BBB15”
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Mauricio Stycer

bbb15Estreia
Como todo ano, vou participar da cobertura que o UOL faz do “Big Brother Brasil” escrevendo textos para o especial do UOL Entretenimento. Em parceria com a ex-BBB Angélica Morango também vou debater o programa no UOL Vê TV,  às quartas-feiras. Caso interesse ao leitor, os meus textos sobre o reality show podem ser acessados clicando na barra lateral direita do blog, no item Acompanhe também – BBB15.

Caso o assunto não te interesse, não se preocupe. Continuarei atualizando o blog normalmente, com outros temas relacionados ao universo da televisão e do entretenimento.

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“Vídeo Show”, da Globo, exibe cena de “Pecado Mortal”, da Record
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Mauricio Stycer

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Os maiôs e biquínis usados pelas personagens de “Boogie Ooogie”, novela de Rui Vilhena que se passa no final da década de 70, foram tema de uma reportagem do “Video Show”. Dispostas a mostrar como os figurinistas da Globo escolheram os modelos vistos em cena, as “repórteres” Bia e Branca Feres foram ao ateliê de uma dupla de estilistas no Rio.

PecadoMortalDidoneSobre uma mesa, repleta de recortes de imagens, as estilistas mostraram quais foram as suas “referências” na criação dos modelos. Uma das fotos vistas (no alto) exibia a atriz Juliana Didone em cena de “Pecado Mortal” (ao lado), novela de Carlos Lombardi, também ambientada no mesmo período, no fim dos anos 70.

A trama foi exibida pela concorrente Record entre setembro de 2013 e maio de 2014. O “acidente” foi notado pelo “detetive” @kalGodoy.


Especial da Globo ganha apelido de “Festival João Miguel”
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Mauricio Stycer

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Um dos mais talentosos e versáteis atores de sua geração, o baiano João Miguel se tornou, involuntariamente, a maior estrela do especial “Luz Câmera 50 Anos”, que a Globo vem exibindo desde a semana passada.

joaomiguelateia2Dos seis programas apresentados até agora,  em versões resumidas, o ator foi visto em quatro deles, quase sempre em destaque. Houve quem, brincando, chamasse o especial da Globo de “Festival João Miguel”.

Em “A Teia” (ao lado), o ator é um dos protagonistas, no papel do delegado Macedo, que vai esclarecer o crime. Em “O Canto da Sereia”, o ator vive outro personagem fundamental, Só Love, o assistente da cantora de axé (Isis Valverde) assassinada misteriosamente (imagem no alto).

João Miguel atuou, ainda, como um dos antagonistas do capitão Wilson (Murilo Benício) na terceira temporada da série “Força Tarefa e joaomiguelfelizesainda participa de “Ó, Pai ó”, como Mário. Esses quatro programas foram exibidos originalmente entre 2008 e 2014, um período de intensa atividade do ator.

João Miguel volta à Globo como Hugo, marido de Tânia (Adriana Esteves, ao lado), um dos casais protagonistas da série “Felizes para Sempre?”, que estreia no próximo dia 26.

Agradeço ao leitor Edilson Lopes pela sugestão do assunto.

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“BBB foi a pior coisa que aconteceu na minha vida”, avalia atriz
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A uma semana do início do “BBB15” é interessante divulgar o que aconteceu com a atriz Aline Dahlen. Ela foi uma das participantes mais marcantes do “BBB14. Inteligente, sagaz, fez inúmeras observações incômodas ao longo do programa. Por conta de sua formação profissional, era frequentemente acusada de “interpretar” dentro do reality show da Globo.

Num de seus melhores momentos, durante uma votação, peitou o apresentador Pedro Bial, que havia justamente a acusado de “atuar” em excesso na casa: “Eu vou votar numa pessoa que fala que sou atriz, que estou atuando, mas aqui não tem roteiro, nem diretor. Eu vou votar em você, Bial”, disse Aline.

AlinebrigaBBB14Como escrevi na época, Aline encarou todos, com mais ou menos habilidade, dentro da casa. Cometeu erros a granel, talvez por achar que poderia discutir racionalmente com gente disposta a outras experiências no programa. Foi chata, irritante, perdeu a linha, causou… Deixou uma marca – e saiu com 80% dos votos, uma altíssima rejeição.

Como a maioria dos ex-BBB, Aline caiu no esquecimento do grande público. Mas a participação no programa deixou marcas profundas nela, como descobri esta semana, lendo uma entrevista que deu ao site Ego, do grupo Globo.

“Se arrependimento matasse eu já estaria morta, enterrada e putrefata, mas me sinto mesmo é enterrada viva”, diz ela sobre a dificuldade que tem enfrentado em conseguir trabalho como atriz.

Aline3bbb14“Eu digo que a pior coisa que aconteceu em toda a minha vida foi ter aceitado participar do BBB. Eu tinha uma vida bacana antes do programa: era atriz de comerciais, atriz de novelas, fazia teatro e escrevia minhas coisas. Tinha um namorado legal, uma vida tranquila e uma carreira em andamento. O programa simplesmente acabou com a minha imagem, me usou, esculhambou, depois descartou, sem pensar nas consequências. Não faço mais comerciais, pois agora sou a malvada do BBB, e não trabalho como atriz, pois acham que sou mais uma louca pela fama”, diz ela na entrevista.

A atriz responsabiliza a edição do programa pela criação da imagem de “vilã”. “A produção deve pensar: ‘vamos inventar histórias, pesar a mão na edição e criar um vilão. A Aline é questionadora, adora reclamar, tem pulso firme, fala na cara, mas é brincalhona, divertida e honesta. Vamos fazer o seguinte: a gente apaga na edição seus predicados e ressaltamos as características fortes.’ Pronto. Assim foi criada a personagem má do BBB 14″, afirma.

ElenitaBBB10O caso de Aline me lembra o de Elenita Rodrigues, doutora em lingüística, que participou do “BBB10”. Um ano depois, ela desabafou: “A verdade é que fiz foi perder dinheiro participando do BBB (perdi credibilidade no círculo acadêmico e fui vetada em quase todas as bancas de que participava e que constituíam duas, três vezes o valor do salário que ganho agora).”

Assim como Elenita, Aline dá a impressão de que não tinha a noção exata do impacto que a participação no programa poderia ter em sua vida posteriormente. No caso da atriz o problema ainda tem uma complicação extra porque a sua profissão exige exposição pública.

Só posso lamentar pelas duas. Mas acho que é um fenômeno compreensível diante das promessas oferecidas pelo “BBB”.

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Com “O Rei do Gado”, TV aberta exibe 13 novelas por dia
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Apaixonado ou não por telenovelas, o brasileiro não tem muitas opções na TV aberta. Pelas próximas duas semanas, a partir desta segunda-feira (12), com a sessão dupla de reprises da Globo (“Cobras & Lagartos” seguida de “O Rei do Gado”) o espectador terá à disposição 13 novelas na grade.

São oito produções originais e cinco reprises. A Globo é responsável por metade do cardápio, seguida do SBT, com cinco, e da Record e da TV Brasil, com uma novela apenas. Abaixo a programação desta segunda-feira:

15h30 – Esmeralda (SBT, reprise)
16h15 – Cobras & Lagartos (Globo, reprise)
16h15 – Sortilégio (SBT)
17h – O Rei do Gado (Globo, reprise)
17h – A Feia Mais Bela (SBT, reprise)
17h54 – Malhação (Globo)
18h29 – Boogie Oogie (Globo)
19h35 – Alto Astral (Globo)
20h30 – Chiquititas (SBT)
21h08 – Império (Globo)
21h15 – Rebelde (SBT, reprise)
21h30 – Vitória (Record)
23h – Windeck (TV Brasil)

Atualizado às 15h50: Na relação inicial faltou mencionar a novela angolana que vem sendo exibida, desde novembro, pela TV Brasil. Tá bom ou quer mais?

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Produtor do filme “Tim Maia” aprova versão da Globo: “valoriza o produto”
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Mauricio Stycer


Produtor do longa-metragem “Tim Maia”, Rodrigo Teixeira não se surpreendeu com a adaptação drástica feita Rede Globo, exibida na forma de minissérie em dois episódios na última semana. Ao contrário, o produtor se diz satisfeito. “Valoriza o produto e tem retorno financeiro.”

O produtor defende as alterações feitas pela Globo no conteúdo, como a inclusão de entrevistas e mesmo a exclusão de cenas do filme. “É legítimo ouvir o Roberto Carlos. A emissora quer audiência, não está errada.” Na sua visão, a série da TV não minimiza o papel de Tim na carreira de Roberto Carlos.

“O Roberto diz no seu depoimento: ‘Tim Maia cantava mais que todos nós’. Pode elogio maior que esse?”, pergunta o produtor. “Nelson Motta diz no seu depoimento que Roberto Carlos lançou Tim Maia, o que também é verdade. Gravou a primeira música dele”, defende.

RodrigoTeixeiraTeixeira afirma ter feito dois negócios com a Globo. Vendeu os direitos de exibição do filme, na íntegra, na televisão, bem como o de fazer a minissérie. “Foi uma oferta muito boa. E eles deixaram claro que iam mexer no filme”.

Ainda segundo Teixeira, Mauro Lima, diretor do longa-metragem, trabalhou por duas semanas junto à equipe da Globo que fez a adaptação para a minissérie. “O roteiro foi submetido a ele, assim como ele soube das entrevistas que seriam feitas”, diz o produtor.

“Quando li a mensagem dele no Instagram, imaginei que ia dar confusão”, diz, referindo-se à recomendação de Lima para que seus seguidores não assistissem ao programa da TV. O cineasta disse posteriormente que aquela era uma mensagem privada e que não tinha a intenção de atacar o trabalho da Globo.

O filme foi visto por apenas 810 mil espectadores nos cinemas. A expectativa de Teixeira era bem maior, algo entre 1,5 milhão e 3 milhões. O produtor tinha em mente os resultados de outras cinebiografias, como “Gonzaga, de Pai para Filho” (1,4 milhão), “Cazuza, o Tempo Não Para” (3,2 milhões) e “Dois Filhos de Francisco (5,5 milhões).

“E a série da Globo foi vista por 45 milhões de pessoas”, diz, estimando o público com base na boa audiência alcançada. “Quando o filme passou, ninguém falava de Tim Maia. Hoje, depois que passou na TV, virou assunto. “As pessoas agora querem ver o filme. Isso vai render.”

A emissora tem o direito de exibir o longa-metragem a partir do segundo semestre de 2015.

Cinebiografia de Tim Maia ganha 1° trailer

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Faustão faz esforço para se renovar, mas novos quadros deixam a desejar
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Mauricio Stycer

FantasticoDingDongNão é todo programa que, ao estrear a sua 26ª temporada, mostra preocupação em apresentar novidades ao público. Só por isso o “Domingão do Faustão”, no ar desde março de 1989, já merece palmas.

O problema é que os dois novos quadros que marcaram a estreia da atração em 2015 deixaram muito a desejar.

O primeiro a ser exibido foi “Ding Dong”, uma gincana musical na qual dois candidatos precisam adivinhar qual é a música após ouvir alguns acordes tocados por meio de som de campainha. Se acertam a canção, um cover do artista que a canta sai de trás de uma porta e interpreta um número musical.

Na estreia, Alexandre Borges e Mariana Rios duelaram. Quer dizer, a atriz adivinhou quase todas as músicas e o ator mostrou que seus conhecimentos musicais não estão muito afiados. Tudo pareceu tão improvisado quanto na gravação de um piloto (teste), não de um programa de verdade.

Além da falta de competição, muita gente enxergou no novo quadro semelhanças com um clássico do gênero, o “Qual é a música?”, gincana exibida por Silvio Santos desde a década de 70. A surpresa com portas lembrou também outra atração do SBT, um quadro célebre apresentado por Sergio Mallandro nos anos 80, a “Porta dos Desesperados”.

A segunda novidade foi um quadro chamado “Truque Vip”. Quatro celebridades vão exibir, ao longo de quatro semanas, suas habilidades como mágicos. Treinados por especialistas, os atores Murilo Rosa e Fernanda Vasconcellos, o cantor Thiaguinho e a ex-jogadora Hortência exibiram seus truques para um júri formado por Marcos Frota, Sheron Menezzes e Tande.

truquevipsheron1Vou dar um desconto para a produção muito pomposa, que beira o mau gosto, porque essa é uma característica de espetáculos de mágica. Mas não dá para ignorar o nome do quadro, muito ruim, e o estranho descompasso entre a pouca habilidade dos candidatos e o excesso de empolgação dos jurados.

Depois da mágica apresentada por Fernanda, Faustão perguntou a Frota: “O que mais te impressionou?” E ele: “A beleza da Fernandinha Vasconcelos.” Já Sheron chegou a chorar depois do número de Hortência.

O “Domingão do Faustão”, enfim, está de parabéns por começar o ano com novidades, mas podia caprichar um pouco mais. “Ding Dong” e “Truque Vip” ainda precisam melhorar muito para serem chamados de boa diversão.

Crítica à TV em letra do Skank fica sem legendas no programa
SkankFaustaoOutra atração deste primeiro programa de 2015, o Skank cantou cinco músicas no palco do “Domingão”. Como sempre ocorre nas apresentações musicais, a letra das músicas foi exibida na tela da televisão enquanto o grupo cantava. O leitor João Ricardo Alexandre notou um detalhe curioso. Durante a apresentação de “Pacato Cidadão”, um único verso da canção não mereceu legendas da Globo, justamente o que diz: “Pra que tanta TV, tanto tempo pra perder”. A falha pode ser constatada no vídeo disponível no site do programa. Pergunta o leitor: “Será que foi um erro apenas ou proposital pelo que a frase diz?” Cartas para a redação…

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Diretor de “Tim Maia” diz que não quis “atacar” o trabalho da Globo
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Em depoimento à “Folha de S.Paulo”, publicado nesta segunda-feira (04), o cineasta Mauro Lima tentou explicar o teor da mensagem que postou no Instagram, pedindo a seus seguidores que não assistissem “Tim Maia – Vale o que vier”, série exibida pela Globo entre quinta (1º) e sexta-feira (02).

“Já trabalhei com a Globo e tive muito boas experiências no passado e não tenho nenhuma intenção de atacar o modo como retrabalham as suas produções”, disse. “Como diretor, para mim é bom que mesmo um derivado dê uma boa resposta de audiência.”

Diretor do filme “Tim Maia”, exibido em 2014, Lima havia manifestado uma opinião bem diferente na semana passada. “Aos seguidores que não viram ‘Tim Maia’ no cinema sugiro que não assistam essa versão que vai ao ar hoje e amanhã na Globo. Trata-se de um subproduto que não escrevi daquele modo, nem dirigi ou editei”, escreveu no Instagram.

MauroLima1A Globo tratou a série como “uma recriação do filme”. A emissora eliminou cenas, acrescentou outras, incluiu depoimentos de contemporâneos do cantor e ainda gravou imagens nas quais o ator que interpreta Tim Maia narra trechos da própria história.

Na mensagem publicada em sua conta na rede social, Lima havia sido irônico ao classificar o programa da TV como “um director´s non cut.” E recomendou: “Sugiro esperar sair no Now ou em DVD na sua forma original”.

No texto publicado na “Folha”, Lima se mostrou incomodado com a divulgação no sábado (02), por este blog, da mensagem. “Aquilo foi um post na minha rede fechada, que, aliás, tem poucos seguidores. Nem Facebook eu tenho. Nunca postei um tweet na vida. Não foi uma declaração dirigida ao público da TV Globo. O que, aliás, seria pífio e ridículo da minha parte.”.


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Diretor do filme “Tim Maia” pediu aos fãs para não verem a série da Globo
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Em mensagem publicada no Instagram, o cineasta Mauro Lima, diretor do filme “Tim Maia”, pediu a seus seguidores que não assistissem “Tim Maia – Vale o que vier”, série exibida pela Globo entre quinta (1º) e sexta-feira (02).

“Aos seguidores que não viram ‘Tim Maia’ no cinema sugiro que não assistam essa versão que vai ao ar hoje e amanhã na Globo. Trata-se de um subproduto que não escrevi daquele modo, nem dirigi ou editei”, escreveu o cineasta.

Como a emissora informou, o programa foi “uma recriação do filme” de Lima. A Globo eliminou cenas, acrescentou outras, incluiu depoimentos de contemporâneos do cantor e ainda gravou imagens nas quais o ator que interpreta Tim Maia narra trechos da própria história

TimRobertoFãs de Tim Maia que viram tanto o filme quanto a série reclamaram muito da forma como foi abordada, na TV, a conturbada amizade do cantor com Roberto Carlos, seu contemporâneo na juventude na Tijuca.

Baseado no livro de Nelson Motta, “Vale Tudo – O som e a fúria de Tim Maia”, o filme abraça a versão de que Roberto Carlos deu de ombros e até humilhou o amigo quando ele o procurou no início da carreira. Na TV, uma sequência forte que mostra esta situação foi eliminada e, em seu lugar, entrou um depoimento do cantor dizendo que ajudou, sim, Tim Maia.

Mauro Lima não comentou as alterações feitas pela TV. Irônico, apenas disse que a série é uma versão que não tem relação nenhuma com o seu trabalho. “Seria um ‘director´s non cut’.” E recomendou: “Sugiro esperar sair no Now ou em DVD na sua forma original”.

Atualizado em 5/1: Em depoimento à “Folha”, Mauro Lima explica que não quis “atacar” o trabalho da Globo.

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