Blog do Mauricio Stycer

Surpresa seria Neymar não chorar no Caldeirão do Huck; quadro é para isso

Mauricio Stycer

10/06/2018 07h01


Sábado e domingo são os dias em que a TV aberta brasileira capricha mais na arte de produzir lágrimas. O objetivo é fazer chorar, não importa se você está no palco ou em casa, assistindo. A ideia é que lágrima puxa lágrima, que puxa audiência.

A Record é campeã neste quesito, com o “Domingo Show”, de Geraldo Luis, “Hora do Faro” e “Programa da Sabrina”. No SBT, a tarefa de fazer chorar costuma ficar a cargo de Eliana, mas Portiolli (com “Construindo um Sonho”) também aposta no filão.

Na Globo, na ausência do “The Voice Kids”, o “Tamanho Família” assumiu o posto de principal fabricante de lágrimas. O “Caldeirão do Huck” não fica muito atrás com seus inúmeros quadros assistencialistas e com o “Visitando o Passado”, no qual celebridades experimentam a sensação de verem, recriados, espaços que ocuparam na infância.

Neymar foi a vítima, digo, o escolhido deste sábado (09). A poucos dias do início da Copa do Mundo, o principal jogador do Brasil teve a oportunidade de ver, recriada pela equipe da Globo, a pequena casa em que viveu por alguns anos quando era criança.

O camisa 10 da seleção chorou, é claro. Seria surpreendente se não chorasse, já que tudo é feito com este objetivo.

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Sobre o autor

Jornalista, nascido no Rio de Janeiro em 1961, mora em São Paulo há 29 anos. É repórter especial e crítico do UOL. Assina, aos domingos, uma coluna sobre televisão na “Folha de S.Paulo''. Começou a carreira no “Jornal do Brasil'', em 1986, passou pelo “Estadão'', ficou dez anos na “Folha'' (onde foi editor, repórter especial e correspondente internacional), participou das equipes que criaram o “Lance!'' e a “Época'', foi redator-chefe da “CartaCapital'', diretor editorial da Glamurama Editora e repórter especial do iG. É autor dos livros “Adeus, Controle Remoto'' (editora Arquipélago, 2016), “História do Lance! – Projeto e Prática do Jornalismo Esportivo” (Alameda, 2009) e “O Dia em que Me Tornei Botafoguense'' (Panda Books, 2011).
Contato: mauriciostycer@uol.com.br

Sobre o blog

Um espaço para reflexões e troca de informações sobre os assuntos que interessam a este blogueiro, da alta à baixa cultura, do esporte à vida nas grandes cidades, sempre que possível com humor.

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