Blog do Mauricio Stycer

Cena da semana: a vilã de “Deus Salve o Rei” dá o primeiro sorriso

Mauricio Stycer

03/02/2018 05h01


E Catarina sorriu. Durou apenas cinco segundos, mas abriu, quem sabe, novas possibilidades para a personagem. Pela primeira vez, desde a estreia de “Deus Salve o Rei”, a princesa vivida por Bruna Marquezine desfez a cara de brava e emburrada e achou graça de alguma coisa.

O momento raro ocorreu no capítulo de quinta-feira (01). A grande vilã da novela ficou feliz ao saber que o rei Rodolfo (Johnny Massaro), do reino vizinho, tem a intenção de se casar com ela. “Essa ideia deste casamento é absolutamente oportuna”, disse Catarina à dama de companhia, Lucíola (Carolina Ferman), assim que parou de sorrir, imaginando como seria fácil manipular o futuro marido.

Exibidos 22 capítulos, a composição da personagem Catarina segue chamando mais atenção do que a própria novela. Séria demais, medindo cada palavra, com o corpo rígido e o queixo apontado para cima, Bruna Marquezine passa a impressão de que está fazendo força para compor a vilã da história. É este estranhamento que desvia a atenção do espectador. Que ela relaxe um pouco e sorria mais.

Em entrevista a Giovanna Ewbank, divulgada nesta sexta-feira (02), Marquezine reconheceu as dificuldades que está enfrentando para compor Catarina: “Cada dia que passa ela se torna uma personagem mais divertida para mim. No início ela era muito difícil. Entender qual era o tom dessa mulher, a postura dela. Uma mulher que está rodeada por homens poderosos e também é uma mulher poderosa”, disse.

“Não foi fácil criar ela, entender que tem várias camadas. Ela vai mudando muito com a história. A sensação de sair da zona de conforto é deliciosa para uma atriz. A gente sempre quer uma coisa nova, gosto de me enxergar diferente, uma personagem construída totalmente diferente da Bruna”, acrescentou.

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Sobre o autor

Jornalista, nascido no Rio de Janeiro em 1961, mora em São Paulo há 29 anos. É repórter especial e crítico do UOL. Assina, aos domingos, uma coluna sobre televisão na “Folha de S.Paulo''. Começou a carreira no “Jornal do Brasil'', em 1986, passou pelo “Estadão'', ficou dez anos na “Folha'' (onde foi editor, repórter especial e correspondente internacional), participou das equipes que criaram o “Lance!'' e a “Época'', foi redator-chefe da “CartaCapital'', diretor editorial da Glamurama Editora e repórter especial do iG. É autor dos livros “Adeus, Controle Remoto'' (editora Arquipélago, 2016), “História do Lance! – Projeto e Prática do Jornalismo Esportivo” (Alameda, 2009) e “O Dia em que Me Tornei Botafoguense'' (Panda Books, 2011).
Contato: mauriciostycer@uol.com.br

Sobre o blog

Um espaço para reflexões e troca de informações sobre os assuntos que interessam a este blogueiro, da alta à baixa cultura, do esporte à vida nas grandes cidades, sempre que possível com humor.

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