Blog do Mauricio Stycer

Domingão do Faustão abusa do mau gosto em vídeo cassetadas com cachorros

Mauricio Stycer

14/11/2017 05h01

Desculpe o atraso, mas só vi na segunda-feira (13) as vídeo cassetadas do “Domingão do Faustão” exibidas na véspera. Esta parte do programa não fica disponível no Globo Play possivelmente por questões de direitos autorais. Foi um amigo que gravou e me enviou um trecho. São quatro vídeos protagonizados por cachorros, que Faustão narrou assim, ao som de uma música do Raça Negra:

“Muitas vezes você tem pela frente o tal do amor impossível. Por exemplo, às vezes, um cara que é alto prefere baixinha. Olha o que acontece. Solta aí. Olha lá! É no balanço do pagode! O amor é lindo e, às vezes, ela não tá à altura do amor dele. Olha aí. Ela não tá nem aí. Ele não alcança a beleza dela. Vai tentar, né? ‘Eu sou pequeno, mas eu resolvo’. É, ele resolve descer. Isso aí não é tobogã, meu. Eita!!! E quando o cara não se toca que ela não tá afim, olha o que acontece. Olha lá! Ela não tá nem aí e o cara fica… Amores impossíveis. Cada figura, hein, meu! E aí, quando pinta o desespero, o cara desesperado, ele fala: já que não tem tu, vamos chutar o balde. É, tá com coceira aí. Bonito. O congelado. Aqui, no amores impossíveis.”

O primeiro e o segundo vídeos são cômicos – a desproporção entre os animais é capaz de provocar risadas. O terceiro é altamente constrangedor (uma cena, aparentemente, de masturbação). E o último, uma bizarrice (o animal tentando transar com o que parece ser um tonel).

Enfim, foi um momento de especial mau gosto do “Domingão” e, possivelmente, inadequado para o horário (20h45) em que foi exibido. Não acredito que Faustão tenha achado engraçado o que mostrou neste breve segmento do seu programa.

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Sobre o autor

Jornalista, nascido no Rio de Janeiro em 1961, mora em São Paulo há 29 anos. É repórter especial e crítico do UOL. Assina, aos domingos, uma coluna sobre televisão na “Folha de S.Paulo''. Começou a carreira no “Jornal do Brasil'', em 1986, passou pelo “Estadão'', ficou dez anos na “Folha'' (onde foi editor, repórter especial e correspondente internacional), participou das equipes que criaram o “Lance!'' e a “Época'', foi redator-chefe da “CartaCapital'', diretor editorial da Glamurama Editora e repórter especial do iG. É autor dos livros “Adeus, Controle Remoto'' (editora Arquipélago, 2016), “História do Lance! – Projeto e Prática do Jornalismo Esportivo” (Alameda, 2009) e “O Dia em que Me Tornei Botafoguense'' (Panda Books, 2011).
Contato: mauriciostycer@uol.com.br

Sobre o blog

Um espaço para reflexões e troca de informações sobre os assuntos que interessam a este blogueiro, da alta à baixa cultura, do esporte à vida nas grandes cidades, sempre que possível com humor.

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