Blog do Mauricio Stycer

Não foi censura, diz Record sobre comentário que levou Xuxa a reclamar no ar

Mauricio Stycer

18/04/2017 17h48

O terceiro episódio de “Dancing Brasil”, exibido na noite de segunda-feira (17), ficou marcado por uma reclamação ao vivo de Xuxa: “Deixa eu falar, diretor! Pelo amor de Deus! Tá bom demais”, disse ela, empolgada com uma apresentação recém-concluída da atriz Maytê Piragibe.

O que Xuxa teria ouvido no ponto eletrônico que a levou a fazer este protesto? Não se sabe. Mas como o desabafo ocorreu pouco depois de a apresentadora exclamar “Nossa senhora!”, houve quem suspeitasse de censura de cunho religioso por parte da Record, cujo dono é fundador da Universal, uma igreja evangélica. A Record nega com veemência que tenha ocorrido qualquer tipo de censura a Xuxa.

A emissora entendeu o caso como um desabafo normal em programa ao vivo, como tantos que Faustão, por exemplo faz em seu “Domingão”.

É mais provável que a apresentadora tenha ouvido um pedido do diretor para que seguisse o roteiro e falasse menos, de forma a manter o programa dentro do horário previsto. Ainda havia vários números para exibir, além de uma explicação sobre a situação da atriz Juliana Silveira, que fraturou dois ossos.

Exibido entre das 22h36 à 0h17, “Dancing Brasil” deixou a Record em terceiro lugar em São Paulo, com média de 5 pontos. A emissora festejou o bom resultado no Rio, onde o programa marcou média de 9 pontos e assegurou a vice-liderança, à frente do SBT.

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Sobre o autor

Jornalista, nascido no Rio de Janeiro em 1961, mora em São Paulo há 29 anos. É repórter especial e crítico do UOL. Assina, aos domingos, uma coluna sobre televisão na “Folha de S.Paulo''. Começou a carreira no “Jornal do Brasil'', em 1986, passou pelo “Estadão'', ficou dez anos na “Folha'' (onde foi editor, repórter especial e correspondente internacional), participou das equipes que criaram o “Lance!'' e a “Época'', foi redator-chefe da “CartaCapital'', diretor editorial da Glamurama Editora e repórter especial do iG. É autor dos livros “Adeus, Controle Remoto'' (editora Arquipélago, 2016), “História do Lance! – Projeto e Prática do Jornalismo Esportivo” (Alameda, 2009) e “O Dia em que Me Tornei Botafoguense'' (Panda Books, 2011).
Contato: mauriciostycer@uol.com.br

Sobre o blog

Um espaço para reflexões e troca de informações sobre os assuntos que interessam a este blogueiro, da alta à baixa cultura, do esporte à vida nas grandes cidades, sempre que possível com humor.

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