Blog do Mauricio Stycer

A praga da distração: 10 erros grosseiros em novelas e séries de TV

Mauricio Stycer

08/10/2015 11h47

1. Além das dez pragas enviadas por Deus ao Egito, a novela “Os Dez Mandamentos” foi vítima esta semana de uma outra praga muito comum em estúdios de televisão – a distração: um extintor de incêndio foi esquecido em cena. Mais aqui. Veja abaixo outros vacilos clássicos registrados pelos detetives que acompanham a programação da TV, no Brasil e no exterior.


2. Em “Babilônia, enquanto Beatriz (Gloria Pires) e Evandro (Cassio Gabus Mendes) conversavam na sala da casa do empresário, um pequeno detalhe chamou a atenção de alguns espectadores: uma folha de papel esquecida no vão do sofá (à esq. abaixo da mão do ator). Muito provavelmente era o texto com os diálogos da cena que os atores estavam gravando naquele momento. Mais aqui.


3. Gravada no Projac, no Rio, mas ambientada em São Paulo, “I Love Paraisópolis” frequentemente recorre a fundos falsos, feitos por computação gráfica, para dar realismo à trama. O recurso, conhecido como “chroma key”, deixou de ser usado, por engano, em uma cena na qual Gabo (Henri Castelli) conversa com seu assistente, Raul “Paletó” (Andre Loddi), no escritório da empresa que dirigia. Mais aqui.


4. Outra de Babilônia. Um operador de câmera que gravava uma cena da novela foi ao ar, junto com Inês (Adriana Esteves) e sua filha Alice (Sophie Charlotte). Mais aqui.


5. Outro operador de câmera esquecido, desta vez no finado “Teste de Fidelidade”, da RedeTV. Cercado de suspeitas sobre a veracidade das cenas que mostrava, o programa apresentado por João Kleber sofreu mais um arranhão com este vacilo. A certa altura, quando um homem está sendo seduzido por duas mulheres, um operador de câmera foi visto no fundo da tela (no alto à direita). Mais aqui.

downtonabbeyerro6.  Reconstituição histórica dá trabalho, como bem sabem os produtores da série “Downton Abbey”. Famosa por seu rigor histórico, a produção divulgou algumas imagens para promover a quinta temporada, que se passa na década de 20 do século passado, e esqueceu uma garrafa plástica atrás de dois dos principais personagens, o conde de Grantham (Hugh Bonneville) e sua filha Edith Crawley (Laura Carmichael). O objeto foi esquecido sobre o móvel, ao fundo, entre o vaso e a jarra. Mais aqui.


7. Cancelada pela Editora Globo em março de 2012, a revista “Criativa” voltou a circular, ao menos na realidade paralela da novela “Em Família”, dois anos depois. Uma capa da publicação apareceu com destaque na estante de uma livraria, durante uma cena. Leitores se espantaram com a presença de uma revista velha num cenário onde, em tese, deveriam estar expostas apenas novidades. Mais aqui.


8. Na cena sobre a morte da médica Glauce (Leona Cavalli), em “Amor à Vida”, leitores notaram a presença de um homem dentro do túnel, escondido atrás da pilastra. Era, possivelmente, um cinegrafista “esquecido”. Mais aqui.


9. Sem avisar os espectadores, o SBT trocou a raça do cachorrinho Pipoca, personagem da novela. Crianças levaram um susto quando a adorável cadelinha da raça Golden Retriever foi substituída por outra. A emissora alegou “dificuldades técnicas” para encontrar um cão da mesma raça para viver o personagem um pouco mais velho. Mais aqui.

ninhomauricio
10. O responsáveis pelo visual de “Sangue Bom” e “Amor à Vida” tiveram uma mesma ideia ao vestir dois personagens bem diferentes. O rico Mauricio (Jayme Matarazzo), da trama das 19h, e o ex-hippie Ninho (Juliano Cazarré), agora um artista bem-sucedido, da novela das 21h, aparecerem em cena no mesmo dia usando a mesma blusa. Mais aqui.

O blog está no Twitter e no Facebook.

Sobre o autor

Jornalista, nascido no Rio de Janeiro em 1961, mora em São Paulo há 29 anos. É repórter especial e crítico do UOL. Assina, aos domingos, uma coluna sobre televisão na “Folha de S.Paulo''. Começou a carreira no “Jornal do Brasil'', em 1986, passou pelo “Estadão'', ficou dez anos na “Folha'' (onde foi editor, repórter especial e correspondente internacional), participou das equipes que criaram o “Lance!'' e a “Época'', foi redator-chefe da “CartaCapital'', diretor editorial da Glamurama Editora e repórter especial do iG. É autor dos livros “Adeus, Controle Remoto'' (editora Arquipélago, 2016), “História do Lance! – Projeto e Prática do Jornalismo Esportivo” (Alameda, 2009) e “O Dia em que Me Tornei Botafoguense'' (Panda Books, 2011).
Contato: mauriciostycer@uol.com.br

Sobre o blog

Um espaço para reflexões e troca de informações sobre os assuntos que interessam a este blogueiro, da alta à baixa cultura, do esporte à vida nas grandes cidades, sempre que possível com humor.

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