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Cartas dos leitores: os erros de “Salve Jorge”
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Mauricio Stycer

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Dediquei esta edição do “UOL Vê TV” à leitura de e-mails de espectadores irritados com erros e furos recentes em “Salve Jorge”. Eles falam dos penteados diferentes de Irina (Vera Fischer) numaa mesma sequência, da visita de Lucimar (Dira Paes) a Théo (Rodrigo Lombardi) durante a madrugada e do encolhimento da barriga de Morena (Nanda Costa), entre outras queixas.


‘Pobre de quem não consegue voar’, diz Gloria Perez sobre críticas a furos em ‘Salve Jorge’
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Mauricio Stycer

Há alguns dias, no Twitter, um fã de “Salve Jorge” escreveu: “As pessoas vêem novela pra criticar, achar problema e defeito, não por entretenimento! Uma pena, né?” Gloria Perez acrescentou ao comentário: “Pobre de quem não consegue voar!”

A autora tem razão, em parte. Creio que todo mundo assiste novela para se divertir e “voar”. Mas há, entre estes, aqueles que esperam lógica e coerência na fantasia. Diante de uma trama realista, escorada em “fatos reais”, não me parece um desejo despropositado querer se divertir, mas ao mesmo tempo não aceitar ser ludibriado pela falta de sentido de algumas passagens da novela.

Faço esta introdução para dizer que mais uma vez recebo e-mails e mensagens de leitores irritados com cenas de “Salve Jorge” que desafiam a lógica.

No capítulo do dia 21/2, Rosângela foi enviada por Russo ao necrotério para reconhecer o corpo de Morena, desaparecida depois de um atentado em Istambul. Chegando lá, a moça viu o corpo, mas não o reconheceu e informou ao legista que não era o de sua amiga. De volta à boate, mentiu para Russo e Irina, dizendo que, sim, o corpo era de Morena.

Uma semana depois, na quinta-feira, 28, Russo diz a Irina: “A gente conseguiu descobrir onde a Morena foi enterrada.” Em segunda, telefona para Lívia e ouvimos a vilã dizer: “Localizaram? O registro só tem o nome de Morena? Sem sobrenome? Não, claro. Rosangela, quando reconheceu o corpo, só sabia que ela se chamava Morena. Não, mas é o suficiente pra mim. Agora tenho que fazer essa notícia chegar até a imprensa.”

Como Russo pode ter descoberto onde foi enterrada uma “Morena” se Rosângela não reconheceu o corpo diante do legista? Essa é a pergunta que me fazem os leitores Tiago André e Beth Depolli.

Vários leitores também reclamam que no capítulo de quinta-feira, 28, Morena apareceu em uma cena sem barriga e, instantes depois, com barriga. A personagem está grávida. O mesmo tipo de problema de continuidade já havia sido notado em relação ao penteado da personagem, que surgiu diferente num mesmo dia.

A explicação é que Nanda Costa gravou cenas in loco, na Turquia, antes do início da novela, e estas cenas tem sido exibidas em meio a outras, gravadas atualmente, em estúdio.


Dois erros ainda frequentes no uso do Twitter
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Mauricio Stycer

O Twitter funda-se na ideia de que seus usuários seguem e são seguidos de acordo com suas afinidades, critérios, interesses, objetivos, gostos pessoais, idiossincrasias… Tudo isso funciona na hora de eleger as pessoas que você deseja seguir.

Não importa o motivo da sua escolha, a graça do Twitter é justamente a liberdade total de seguir quem você quiser. E também de ser seguido por quem você bem entender (basta bloquear o usuário indesejado).

Vejo muitos usuários que ainda não entenderam isso. São aqueles que cometem dois erros frequentes na rede social.

1. “Me segue que eu te sigo de volta”. Este pedido, por mais singelo que seja, revela ignorância em relação a este princípio elementar. Você só será seguido de volta se as suas postagens no Twitter forem do interesse de alguém.

2. “Se gostar, dê um RT”. Pedir que a sua mensagem seja difundida é outro erro elementar. O Twitter baseia-se justamente na ideia da difusão espontânea – só do que interessa ao usuário.

Pedir, mesmo que educadamente, para alguém te seguir ou dar um “RT” é quase como esmolar dinheiro na rua. Revela necessidade, o que pode provocar pena.


Globo reconhece erros em documentário sobre Roberto Marinho
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Mauricio Stycer

Com direção geral de Rozane Braga, a produtora FBL acaba de lançar, em formato de DVD, o documentário “Roberto Marinho – O senhor do seu tempo”.

A pedido da “Folha”, fiz uma resenha, publicada neste domingo na “Ilustrada” (disponível para assinantes do UOL e do jornal). Observei que o filme não apresenta novidades significativas sobre o personagem, mas reforça um movimento recente das Organizações Globo de discutir em público alguns dos “pecados” que celebrizaram os veículos do grupo.

O documentário tem o mérito de tratar francamente de assuntos espinhosos para a Globo, como o governismo explícito da emissora por décadas, o escândalo Proconsult, em 1982, a omissão na cobertura da campanha das Diretas, em 1984, e a edição do debate entre Collor e Lula, em 1989.

Ainda assim, trata destes problemas unicamente pela ótica dos filhos de Roberto Marinho e de funcionários e assessores do grupo. Observo, ainda, no texto que o documentário apresenta a trajetória do empresário de forma didática, mas pouco imaginativa e sem profundidade.

Por limitações de espaço deixei de fora do texto observações sobre duas imprecisões que vi no documentário. A primeira ocorre ao tratar do famoso acordo com o grupo Time-Life, que injetou cerca de US$ 6 milhões na nascente TV Globo. O caso foi objeto de uma barulhenta CPI no Congresso e, depois, de uma avaliação do governo militar, que terminou por avalizar o acordo.

Roberto Irineu Marinho diz que a Globo foi “condenada” no caso e, em função disso, decidiu comprar a parte do grupo americano. Os principais relatos sobre o caso, inclusive de Joe Wallach, que acaba de publicar um livro, indicam que foi o Time-Life que perdeu o interesse no negócio em função dos seguidos prejuízos acumulados nos primeiros seis anos de vida da emissora.

Outro ponto discutível é a afirmação de Boni de que Roberto Marinho concebeu a TV Globo, inicialmente, como “uma cópia em vídeo do jornal ‘O Globo’, uma emissora de informação”. Basta ver a programação dos primeiros anos da TV, que incluía humor popular, novelas e programas sensacionalistas, para constatar que esta tese não se sustenta.


O Jogo dos 7 Erros no último capítulo de “Insensato Coração”
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Mauricio Stycer

Com a ajuda dos “leitores-detetives”, que enviaram inúmeras colaborações, escrevi um texto sobre os erros do último capítulo de “Insensato Coração”. Depois de publicado, outros problemas e equívocos foram apontados pelos espectadores, em comentários publicados no blog. Uma seleção destes erros foi reunida por mim no vídeo abaixo. Espero que se divirtam:

[uolmais type=”video” ]http://mais.uol.com.br/view/11994092[/uolmais]

 


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