Blog do Mauricio Stycer

"Power Couple" é um parque de diversões para adultos sem medo do ridículo

Mauricio Stycer

Já na apresentação dos 11 casais selecionados para a segunda edição do “Power Couple” foi possível notar que vem muita diversão por aí. “Não tenho problema com confinamento. Já passei por confinamentos bem piores”, avisou Rafael Ilha, fazendo piada com as prisões e internações para reabilitação que tem no currículo.

“Lorena é um trem desgovernado”, informou Diego Cristo, como a se a gente não soubesse o que a sua mulher, grande personagem da “Fazenda 7”, é capaz de fazer. “Estamos confinados um com o outro”, definiu Nasser sobre Andressa, casal-símbolo do “BBB13”.

“Vinte anos de desafinidades”, disse Sylvinho Blau Blau sobre o seu casamento. “Já começou errando. São 21”, corrigiu Ana Paula. Quando o músico disse que ela tinha chances de ganhar o programa, foi corrigido novamente: “Só se você for embora pra casa e me deixar sozinha”.

Como não se divertir? Regiane Cesnique chamou o marido, Fábio Villaverde, de “retardado”. Marcelo Ié Ié disse sobre o conteúdo da bolsa da mulher, Julia Zangrandi: “Ela usa 1% da bolsa dela. O resto é tralha”.

Com mais participantes (11 casais em vez dos oito da primeira edição), a Record aposta em uma maior duração do reality, com exibição às terças e quintas. O apresentador Roberto Justus foi mantido e segue no mesmo ritmo, didático e pouco à vontade em meio à confusão – o que também é sempre engraçado.

A primeira prova da temporada mostrou que a área de criação segue com o sadismo afiado – as mulheres tinham sete minutos para trocar a resistência de um chuveiro. Já os homens tiveram dois minutos para identificar, dentro de um carro girando, os objetos que suas mulheres usam na bolsa.

“Power Couple”, enfim, começou muito bem. Um parque de diversões para adultos sem vergonha de passar ridículo e com coragem para pagar os maiores micos. Bem dirigido, não tem como dar errado.

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Com Ratinho e filme, SBT deixa “Power Couple”, da Record, em 3º no ibope

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Sobre o autor

Jornalista, nascido no Rio de Janeiro em 1961, mora em São Paulo há 29 anos. É repórter especial e crítico do UOL. Assina, aos domingos, uma coluna sobre televisão na “Folha de S.Paulo''. Começou a carreira no “Jornal do Brasil'', em 1986, passou pelo “Estadão'', ficou dez anos na “Folha'' (onde foi editor, repórter especial e correspondente internacional), participou das equipes que criaram o “Lance!'' e a “Época'', foi redator-chefe da “CartaCapital'', diretor editorial da Glamurama Editora e repórter especial do iG. É autor dos livros “Adeus, Controle Remoto'' (editora Arquipélago, 2016), “História do Lance! – Projeto e Prática do Jornalismo Esportivo” (Alameda, 2009) e “O Dia em que Me Tornei Botafoguense'' (Panda Books, 2011).

Sobre o blog

Um espaço para reflexões e troca de informações sobre os assuntos que interessam a este blogueiro, da alta à baixa cultura, do esporte à vida nas grandes cidades, sempre que possível com humor.

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