Blog do Mauricio Stycer

“Todo mundo tem uma vilãzinha dentro de si”, diz Renata Sorrah sobre Nazaré

Mauricio Stycer

Grande sucesso ao ser exibida em 2004, “Senhora do Destino” já teve uma segunda chance no “Vale a Pena Ver de Novo”, em 2009, mas naquela época as redes sociais ainda engatinhavam no Brasil. Nesta segunda-feira (12), ao ganhar uma nova reprise nas tardes da Globo, a novela de Aguinaldo Silva chega com o status de fenômeno na internet – e a culpa, em boa parte, é da vilã Nazaré Tedesco, que “viralizou” e se tornou personagem frequente de “memes”.

Para tentar entender este fenômeno, o UOL Vê TV foi ao Rio entrevistar Renata Sorrah (vídeo acima). A atriz que deu vida à vilã mitológica conta que passa longe das redes sociais, mas todo mundo mostra para ela as piadas protagonizadas por sua personagem. “A Nazaré pegou. Até na eleição do Trump”, acha graça. “Acho que é o humor dela. E as coisas não davam certo pra ela. Ela armava as coisas péssimas, e não dava certo”.

Renata lamenta que parte das cenas da vilã não deve ir ao ar, por conta do horário de exibição. “Fico com pena porque é de tarde e principalmente o meu personagem vai ser editado. Porque ele é muito forte”.

Buscando explicar o sucesso da personagem, a atriz arrisca algumas hipóteses: “Todo mundo tem uma vilãzinha dentro de si, que a gente não gosta de mostrar muito. Mostra mais a boazinha”, diz. “Ela se achava incrível, linda, gostosa. Isso foi um ‘up’ para as mulheres. Elas se sentiam com a autoestima lá em cima”, observa. “E tinha uma liberdade sexual enorme. Mentia… A gente sempre tem vontade de ser livre. Ela era uma mulher livre”.

Na volta de “Senhora do Destino”, Renata Sorrah explica o sucesso de Nazaré

Veja também
“Nazaré confusa” vira meme mundial e diverte Sorrah: “Acho bem engraçado”

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Sobre o autor

Jornalista, nascido no Rio de Janeiro em 1961, mora em São Paulo há 29 anos. É repórter especial e crítico do UOL. Assina, aos domingos, uma coluna sobre televisão na “Folha de S.Paulo''. Começou a carreira no “Jornal do Brasil'', em 1986, passou pelo “Estadão'', ficou dez anos na “Folha'' (onde foi editor, repórter especial e correspondente internacional), participou das equipes que criaram o “Lance!'' e a “Época'', foi redator-chefe da “CartaCapital'', diretor editorial da Glamurama Editora e repórter especial do iG. É autor dos livros “Adeus, Controle Remoto'' (editora Arquipélago, 2016), “História do Lance! – Projeto e Prática do Jornalismo Esportivo” (Alameda, 2009) e “O Dia em que Me Tornei Botafoguense'' (Panda Books, 2011).

Sobre o blog

Um espaço para reflexões e troca de informações sobre os assuntos que interessam a este blogueiro, da alta à baixa cultura, do esporte à vida nas grandes cidades, sempre que possível com humor.

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