Blog do Mauricio Stycer

Vacilo de Gui em “Rock Story” lembra pen drive de Nina em “Avenida Brasil”

Mauricio Stycer


No atual estágio de “Rock Story”, o público assiste ao esforço do vilão Lázaro (João Vicente de Castro) para conquistar a confiança dos integrantes da banda 4.4 e se tornar empresário deles. Além dos seus ardis, ele conta também com o jeito desorganizado de Gui Santiago (Vladimir Brichta), o ex-roqueiro que agora cuida dos interesses do grupo.

No capítulo desta terça-feira (14), a autora, Maria Helena Nascimento, escreveu uma cena destinada a mostrar esta fraqueza de Gui. Ele levou o grupo para um show em Rio das Ostras, mas se confundiu e chegou ao local 24 horas depois do horário combinado.

Foi uma cena muito mal pensada, como observou o leitor Paulo Henrique Fernandes Rocha, que me escreveu:

“A cena me incomodou, pois 24 horas se passaram até a banda descobrir o erro. Cadê os organizadores do evento? Os organizadores não entram em contato quando o artista se atrasa? Ainda mais que a banda 4.4 está fazendo sucesso. E as redes sociais? Provavelmente na noite que a banda deveria fazer o show, havia público para assistir a apresentação. Nenhum dos presentes reclamou da ausência da banda nas redes sociais? Redes sociais estas que foram responsáveis pelo início do sucesso do grupo. Ficou forçada a ideia da cena”.

Concordo totalmente. A autora criou uma situação não apenas inverossímil como na contramão do espírito de “Rock Story”, em que os personagens estão o tempo todo dialogando com os fãs pela internet. Um vacilo em uma novela muito divertida.

Mal comparando, o erro na novela lembra o famoso vacilo de Nina, a esperta heroína de “Avenida Brasil”, que não teve a ideia de guardar as provas comprometedoras que conseguiu da vilã Carminha em um pen drive e perdeu tudo que havia descoberto.

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Sobre o autor

Jornalista, nascido no Rio de Janeiro em 1961, mora em São Paulo há 29 anos. É repórter especial e crítico do UOL. Assina, aos domingos, uma coluna sobre televisão na “Folha de S.Paulo''. Começou a carreira no “Jornal do Brasil'', em 1986, passou pelo “Estadão'', ficou dez anos na “Folha'' (onde foi editor, repórter especial e correspondente internacional), participou das equipes que criaram o “Lance!'' e a “Época'', foi redator-chefe da “CartaCapital'', diretor editorial da Glamurama Editora e repórter especial do iG. É autor dos livros “Adeus, Controle Remoto'' (editora Arquipélago, 2016), “História do Lance! – Projeto e Prática do Jornalismo Esportivo” (Alameda, 2009) e “O Dia em que Me Tornei Botafoguense'' (Panda Books, 2011).

Sobre o blog

Um espaço para reflexões e troca de informações sobre os assuntos que interessam a este blogueiro, da alta à baixa cultura, do esporte à vida nas grandes cidades, sempre que possível com humor.

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