Blog do Mauricio Stycer

Após perder vários personagens, “A Lei do Amor” tem um novo: o porteiro confuso

Mauricio Stycer

leidoamorporteiro
Como sabem os espectadores de “A Lei do Amor”, a novela vem passando por um enxugamento radical em seu elenco. Inúmeros personagens morreram, desapareceram ou foram esquecidos totalmente nas últimas semanas.

Em meio a esta limpa geral, não é que surgiu um novo personagem na história. Ele ainda não tem nome, mas teve papel fundamental nos capítulos de quarta (10) e quinta-feira (11). Trata-se do porteiro do prédio onde mora o vilão da história, o milionário Tião Bezerra (José Mayer).

No final do capítulo de quarta-feira, graças justamente à sua ausência, Flavia (Maria Flor) conseguiu entrar no prédio sem incomodar ninguém e foi parar no apartamento de Tião. Enquanto abria a porta, o vilão disse: “Será a nova empregada?” Ao que ela, em uma entrada triunfal, respondeu: “Não, não é a tua nova empregada. É a tua filha!” Uau!!!

Todo mundo se perguntou como Flavia entrou no prédio. O mistério não foi esclarecido, mas nesta quinta, quando Salete (Claudia Raia) tentou passar pela portaria, o porteiro apareceu e disse: “Dona Salete, infelizmente o nome da senhora não está na lista das pessoas autorizadas a subir”.

Ora, ora, o prédio tem uma lista com quem pode subir. Mas e a Flavia? Essa ficou sem explicação. Para piorar, o porteiro sem nome foi convencido a deixar Salete subir sem avisar a Tião. Vamos ver se os autores da novela vão manter ou sumir com este carismático personagem nos próximos capítulos.

Em tempo: este assunto já havia sido objeto de uma piada dos autores em outubro. Em uma cena no apartamento de Elio (João Campos), a campainha tocou e o jornalista comentou com Isabelle (Alice Wegman): “Isso aqui tá parecendo prédio de novela. Ninguém mais avisa antes de subir”. Ele abre a porta, Tiago (Humberto Carrão) entra e o agride com um soco.

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Sobre o autor

Jornalista, nascido no Rio de Janeiro em 1961, mora em São Paulo há 29 anos. É repórter especial e crítico do UOL. Assina, aos domingos, uma coluna sobre televisão na “Folha de S.Paulo''. Começou a carreira no “Jornal do Brasil'', em 1986, passou pelo “Estadão'', ficou dez anos na “Folha'' (onde foi editor, repórter especial e correspondente internacional), participou das equipes que criaram o “Lance!'' e a “Época'', foi redator-chefe da “CartaCapital'', diretor editorial da Glamurama Editora e repórter especial do iG. É autor dos livros “Adeus, Controle Remoto'' (editora Arquipélago, 2016), “História do Lance! – Projeto e Prática do Jornalismo Esportivo” (Alameda, 2009) e “O Dia em que Me Tornei Botafoguense'' (Panda Books, 2011).

Sobre o blog

Um espaço para reflexões e troca de informações sobre os assuntos que interessam a este blogueiro, da alta à baixa cultura, do esporte à vida nas grandes cidades, sempre que possível com humor.

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