Blog do Mauricio Stycer

Uma crítica, finalmente, aos exageros da Carminha de Adriana Esteves

Mauricio Stycer

O trabalho de Adriana Esteves em “Avenida Brasil” é objeto de um entusiasmo quase unânime. A Carminha criada pela atriz já mereceu inúmeros textos elogiosos e diariamente no Twitter vejo comentários de fãs igualmente extasiados com o seu trabalho.

Registro que, finalmente, li o comentário de um jornalista nada satisfeito com a composição da atriz. Ricardo Feltrin, em sua coluna no site F5, escreveu nesta quinta-feira (13/9) que tem certeza que Adriana Esteves e Debora Falabella vão dividir o prêmio de melhor atriz na premiação anual de “Melhores do Ano” do “Domingão do Faustão”.  O que ele lamenta muito:

Embora amigos e alguns críticos estejam tecendo loas e odes para a atuação das duas, consideradas “es-pe-ta-cu-la-res, um arraso, demais, nossa senhora, fantástica etc”, qualquer pessoa com conhecimento mediano do trabalho das duas atrizes poderia ver claramente que elas estão repetindo os mesmos maneirismos dramáticos que tiveram em outras novelas.

Não compartilho da crítica a Debora Falaballa, mas acrescento ao comentário do Feltrin que vejo outra limitação na Carminha de Adriana Esteves. Ela encontrou alguns traços fortes para a personagem, tanto em forma de gestos e olhares quanto na fala, mas os repete exageradamente na novela. Não acho que sejam cacoetes da personagem, mas limitações da atriz.

Em tempo: Uma reportagem exibida pelo “Video Show'' em junho confirma, ainda que involuntariamente, a crítica de Feltrin. Veja aqui.