Blog do Mauricio Stycer

Detetive Vê TV: Fotos de Nina ganham “tratamento” antes de assustar Carminha

Mauricio Stycer

A anunciada reviravolta em “Avenida Brasil” começou, finalmente, na última cena do capítulo 103, na noite de segunda-feira, quando Nina (Debora Falabella) exibiu para Carminha (Adriana Esteves) as fotos que a flagram em noite de sexo com Max (acima). Construída com todo cuidado, a ótima cena foi a principal responsável pelo recorde de audiência alcançado pela novela.

Não faltaram, porém, observações sobre a diferença entre as fotos que o público viu Nina fazer no capítulo exibido na quarta-feira, 18 (esq.), e as imagens apresentadas cinco dias depois.

“Nina foi ‘premiada’ com um photoshop nas imagens, pois as ‘palhetas’ da veneziana da janela de onde ela tirou as fotos  desapareceram! As fotos apareceram ‘limpas’ nos porta-retratos”, escreveu o “detetive” Jorge Tadeu ao blog. Photoshop, para quem não sabe, é o nome de um programa de computador que permite ao usuário manipular imagens digitais.

Duas outras observações sobre o badalado capítulo. Foi muito simpática a homenagem a “Cheias de Charme”, expressa numa fala de Lucio (Emiliano D’Avila), o segurança de Carminha, que se referiu a ela como “patroete”, termo difundido na comédia das 19h.

Não deixa de ser curioso que a maior audiência de “Avenida Brasil” tenha sido registrada, justamente, num capítulo arrastado, sem ação. Além da cena final, só um outro momento na trama me chamou a atenção – o diálogo entre Nilo e Max, pai e filho, no hotel onde o velho mora, cujo texto e a interpretação de José de Abreu e Marcelo Novaes foram caprichados.

Advertência: A seção “Detetive Vê TV” é uma brincadeira, a começar pelo seu título. Quando trago aqui para o blog observações de leitores sobre erros ou situações curiosas vistas na televisão, não estou fazendo um juízo sobre estas atrações. A intenção é apenas compartilhar o olhar de quem, como eu, assiste TV com prazer, mas igualmente se diverte ao perceber falhas ou sentir solavancos com o que vê na telinha.

Sobre o autor

Jornalista, nascido no Rio de Janeiro em 1961, mora em São Paulo há 29 anos. É repórter especial e crítico do UOL. Assina, aos domingos, uma coluna sobre televisão na “Folha de S.Paulo''. Começou a carreira no “Jornal do Brasil'', em 1986, passou pelo “Estadão'', ficou dez anos na “Folha'' (onde foi editor, repórter especial e correspondente internacional), participou das equipes que criaram o “Lance!'' e a “Época'', foi redator-chefe da “CartaCapital'', diretor editorial da Glamurama Editora e repórter especial do iG. É autor dos livros “Adeus, Controle Remoto'' (editora Arquipélago, 2016), “História do Lance! – Projeto e Prática do Jornalismo Esportivo” (Alameda, 2009) e “O Dia em que Me Tornei Botafoguense'' (Panda Books, 2011).

Sobre o blog

Um espaço para reflexões e troca de informações sobre os assuntos que interessam a este blogueiro, da alta à baixa cultura, do esporte à vida nas grandes cidades, sempre que possível com humor.

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