Blog do Mauricio Stycer

Não vi racismo, mas acusação pautou primeiro olhar sobre “Sexo e as Negas”
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Mauricio Stycer

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Pertinente ou não, a campanha que condenou “Sexo e as Negas” como racista e sexista antes mesmo da estreia teve a sua eficácia. Foi impossível assistir ao primeiro episódio da série sem pensar no assunto.

É evidente que um programa abertamente inspirado em “Sex and the City” seria julgado por este ângulo, também. Mas o pedido de boicote feito previamente pautou, para não dizer que contaminou, o olhar de muitos espectadores.

Narrada pelo próprio autor, Miguel Falabella, “Sexo e as Negas” usou a estreia mais para apresentar as suas quatro protagonistas, Lia (Lilian Valeska), Soraia (Maria Bia), Zulma (Karin Hills) e Tilde (Corina Sabbas), moradoras da favela Cidade Alta, em Cordovil, na zona norte do Rio.

As quatro são negras, distantes do padrão “globeleza”, mas com auto-estima lá em cima. Uma é cozinheira, outra trabalha como camareira em um teatro, a terceira é recepcionista em uma churrascaria. Batalham para ganhar a vida e, em alguns casos, ajudar ou manter os familiares – filhos, pais etc.

No cotidiano, enfrentam racismo, mais ou menos velado – assim como sofrem assédio de caráter sexual, igualmente sutil. O programa as mostrou como vítimas, o que de fato são. Já à noite, colocam a melhor roupa, namoram e, como avisa o título da série, fazem sexo com os parceiros que escolhem.

No primeiro episódio, as quatro se uniram para tentar comprar um carro velho e tentar atenuar o problema de transporte que enfrentam. A poupança que reuniram, R$ 2.800, era insuficiente, então recorreram ao jogo do bicho – e, ao final do programa, saíram da “loja” com um carrinho.

Como em “Pé na Cova”, também de Falabella, há humor, mas o tom é mais agridoce do que engraçado. A narração do autor e a presença de Jesuína (Claudia Gimenez), dona de um bar e de uma rádio comunitária, que também pontua a narrativa, ajudam a equilibrar a série entre estes dois pólos.

Respondendo a quem pautou a recepção desta estreia, não vi racismo algum no programa. Ao contrário, houve uma clara denúncia sobre o tema. Também não vi uma exploração da imagem das mulheres como objeto sexual maior do que a que se vê na novela das 21h, por exemplo.

A questão central, para mim, é outra. “Sexo e as Negas” é bom entretenimento? E as perguntas que me faço sobre a série são outras. É original? Bem dirigida? O elenco é bom? Cumpre o que prometeu? Gostaria de ver mais alguns episódios para responder.

Audiência: “Sexo e as Negas” marcou 14 pontos em São Paulo (e 18 no Rio). É uma audiência um pouco maior da que a emissora vinha alcançando com “O Rebu'' às terças (média de 13 em São Paulo e 15 no Rio).


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Coluna sobre “A Fazenda 7”
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Mauricio Stycer


A Record começou a exibir esta semana a sétima edição do reality “A Fazenda”. Como de hábito, vou escrever a respeito nos dias de formação de roça e de eliminação, assim como em momentos especiais. Quem gosta do assunto, pode acompanhar meus textos, bem como a cobertura do UOL Televisão, em um site especial. Um link para acessar diretamente a minha coluna foi colocado aqui no blog, na barra lateral direita. Ou aqui.


Programa de Gentili no FX é mais politicamente primário do que incorreto
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Mauricio Stycer

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O canal FX estreou na segunda-feira (15) a série “Politicamente Incorreto”, protagonizada por Danilo Gentili. O comediante encarna Atílio Pereira, um deputado com todos os defeitos possíveis, filiado ao fictício PDU. Além de corrupto, é machista e racista, dorme em plenário, debocha de seus eleitores, tripudia dos assessores, enfim, entende a política como instrumento exclusivo para o enriquecimento pessoal.

Sem sutileza nenhuma, Atílio Pereira age e fala da forma mais grosseria possível, não deixando margem de dúvida no espectador de que se trata de um picareta.

Mais do que “politicamente incorreto”, Atílio parece “politicamente primário”, assim como a canção que serve de trilha sonora do programa, “Filho da Puta”, do Ultraje a Rigor. Tocada na abertura e no encerramento, a música fala do Brasil e diz: “A terra é uma beleza / O que estraga é essa gente”. O conhecido refrão repete: “Filha da puta / É tudo filho da puta”.

O programa é simples, filmado basicamente em estúdio, com poucos recursos. O texto é simplório e os atores, a maioria com pouca experiência, ajudam a reforçar a impressão de que o trabalho é quase amador. O protagonista, como se sabe, não tem muita quilometragem como ator e a sua falta de traquejo salta aos olhos na série do FX.

Gentili fez carreira no stand up e hoje apresenta, com muito sucesso, o talk show “The Noite”, no SBT. “Politicamente Incorreto” é também o título de um show de humor que fez em outubro de 2010, na véspera da eleição presidencial (veja aqui) .

Parte do marketing da série é o seu horário de exibição. Ela entra no ar no exato instante em que a TV aberta começa a exibir a propaganda eleitoral gratuita, às 20h30. Em entrevista ao UOL, em julho, Gentili explicou: “Para a Fox é uma estratégia de audiência, mas para mim é uma provocação a eles [políticos]. Como o horário eleitoral é obrigatório, vamos dar uma opção para as pessoas se divertirem com outro babaca''.

Às 20h30 de segunda-feira, o FX exibia um filme e o interrompeu no meio para estrear “Politicamente Incorreto”. Pela auto-ironia, a mensagem colocada na tela talvez tenha sido a piada mais politicamente incorreta da noite: “Interrompemos a exibição do filme ‘As Branquelas’ que você está vendo de novo e já sabe como termina para a estreia da série com Danilo Gentili. Veja o filme depois do horário do PDU e, se não gostou… já sabe”.

“Politicamente Incorreto'' terá oito episódios. A série irá ao ar no FX às segundas, às 20h30, e será reprisada às 20h30 das quintas e às 23h30 dos sábados. A Fox também reprisará a produção, à 0h de sexta-feira.


Mudança na bancada do “JN” gera especulações, mas não faz muita diferença
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Mauricio Stycer

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Renata Vasconcelos será a nova apresentadora do “Jornal Nacional” a partir de novembro, no lugar de Patrícia Poeta. Poliana Abritta ocupará o posto de Renata no Fantástico. Patrícia se dedicará a um novo projeto, na área de entretenimento, ainda a ser desenvolvido.

O anúncio feito às 8h30 da manhã desta segunda-feira pela Globo procura ressaltar que não há surpresa no fato mais surpreendente – a saída de Patrícia Poeta do JN apenas três anos depois de substituir Fátima Bernardes na bancada do telejornal.

O comunicado inclui a seguinte frase da apresentadora: “Quando aceitei com muita alegria o convite para ancorar o JN, propus esse prazo. Acreditava, então, que estar na bancada do mais importante telejornal brasileiro seria uma experiência única, enriquecedora, algo que me aprimoraria de uma maneira sem igual.”

Aceitar que uma nova apresentadora estabeleça o próprio prazo de permanência e entenda o trabalho como forma de “aprimoramento” me parece desmerecer o “Jornal Nacional”. Difícil de acreditar…

Por que, afinal de contas, Patrícia Poeta está saindo do “Jornal Nacional”? A mudança está gerando as mais variadas especulações no mercado. Tenho dúvidas, porém, se o burburinho é sinal da importância do telejornal ou apenas uma expressão do prazer da fofoca.

A rigor, não consigo ver diferença alguma, de fundo, num telejornal apresentado por Fátima Bernardes, Patrícia Poeta ou Renata Vasconcelos. Você vê? Por favor, me explique…

Este questionamento não vale, por outro lado, para o cargo de apresentadora do “Fantástico”. Na sua mistura de jornalismo com entretenimento, com apresentadores descontraídos, andando no estúdio, não basta saber ler notícias no teleprompter com competência. Neste ambiente no qual a personalidade do apresentador aflora de forma muito mais visível, Renata Vasconcelos claramente não parecia estar no lugar certo.

A outra questão que o comunicado da Globo levanta diz respeito ao movimento de aproximação do jornalismo com o entretenimento, cada vez mais claro. Se vingar, o projeto de Patrícia Poeta não será o primeiro. Os exemplos mais recentes foram as apostas em Fátima Bernardes (“Encontro…”), Tiago Leifert (“The Voice Brasil”) e Zeca Camargo (“Vídeo Show”).

Carlos Henrique Schroder, diretor-geral desde janeiro de 2013, é o primeiro jornalista a assumir o principal cargo executivo da emissora, antes ocupado por figuras oriundas da área comercial ou da publicidade.

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Observação: A foto no alto do texto foi postada nesta segunda-feira por William Bonner em seu perfil no Twitter. Mostra o apresentador entre Renata Vasconcelos e Patrícia Poeta. A selfie foi feita em março nos bastidores do prêmio “Melhores do Ano'', no “Domingão do Faustão''.


Final de “O Rebu” tratou o público como adulto e expôs qualidade da trama
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Mauricio Stycer

Já tinha escrito um texto defendendo o que foi muito bom e o que não funcionou, na minha opinião, em “O Rebu”. Gostaria de acrescentar dois pontos que me impressionaram positivamente no último capítulo, exibido na noite de sexta-feira (12).

1. A solução do mistério revelou uma trama engenhosa, com vários desdobramentos inesperados. Também achei ousado deixar o destino de alguns personagens em aberto e encerrar a história com o assassinato da protagonista, a empresária Ângela Mahler (Patrícia Pillar). Os autores da história, George Moura e Sergio Goldenberg, trataram os espectadores como adultos, o que não é muito comum na teledramaturgia da Globo.

2. Exposta a conclusão da história, chama a atenção como foram bem construídas pelos autores e pela direção as personagens de Ângela e Duda (Sophie Charlotte). Como a morte de Bruno ocorreu no meio da festa, elas viveram boa parte da história dissimulando e fingindo. Ao rever cenas dos primeiros capítulos, já sabendo do desfecho da trama, salta aos olhos, igualmente, a qualidade do trabalho das atrizes.

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Canal Viva muda após descobrir que público de novela não é só “mulherzinha”
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Mauricio Stycer

memoriatelevisivacapaLançado em maio de 2010, um ano depois o canal Viva descobriu que estava perseguindo o público errado. Dedicado a reprises da programação da Globo, o canal planejava atingir mulheres com mais de 35 anos de todas as classes sociais. Em 2011, observando os dados do Ibope e pesquisas internas, verificou-se que o Viva atingia tanto mulheres quanto homens, e mais jovens.

A descoberta levou a mudanças não na programação, mas na estratégia de marketing, mostra o recém-lançado livro “A Memória Televisiva como Produto Cultural”, de Julio Cesar Fernandes. “Em função disso, a gente está tentando uma comunicação menos mulherzinha”, diz Tassiana Farias, analista de marketing, sobre a comunicação da empresa.

“No primeiro trimestre de 2012, 83% do público já era formado por homens e mulheres com 25 anos ou mais”, diz o Viva, depois de rever a sua estratégia inicial. Em 2014, inclusive, o canal alterou a programação visual com este mesmo objetivo – atender um público mais jovem do que se imaginava e de ambos os sexos.

Além de descobrir que novelas antigas não interessam apenas às mulheres, o Viva se vê em vantagem diante de outros canais da Globosat (como Multishow e GNT) na luta para ampliar o seu público. Em depoimento ao autor do livro, dado em 2013, Clarisse Goulart, coordenadora de programação do canal, explica:

“Hoje em dia, qual é o desafio da TV por assinatura? É conseguir falar com a classe C, que é a classe que mais cresce dentro do universo da TV por assinatura. E qual é o diferencial do Viva? O Viva já nasceu sabendo falar para essa classe C, porque ele já nasceu com conteúdo de TV aberta, que já é uma TV para as massas”.

O livro de Fernandes, adaptação de uma dissertação de mestrado, se debruça sobre o canal Viva para tentar entender como a memória televisiva é recuperada e construída por um canal de TV por assinatura. O autor é jornalista e trabalha atualmente na Rede Globo.


“A Grande Família” tem final brilhante com homenagem ao elenco
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Mauricio Stycer


Os roteiristas de “A Grande Família” encontraram uma linda solução para concluir a série. No último episódio, exibido na noite de quinta-feira (11), a Rede Globo decide produzir um seriado baseado na vida da família Silva. Atores famosos são chamados para interpretar os personagens da série.

Tony Ramos é apresentado a Lineu (Marco Nanini) e passa a imitá-lo. Gloria Pires encarna Nenê (Marieta Severo), e assim por diante. Daniel Filho é chamado para dirigir o episódio e, irritado com Agostinho (Pedro Cardoso), decide excluí-lo da série.

Esse exercício de metalinguagem teve um propósito principal: deixar claro que nenhum ator seria capaz de dar conta da tarefa tão bem quanto os profissionais que encarnaram os personagens de “A Grande Família” por 14 temporadas.

No caso de Tonico Pereira, o Mendonça, a homenagem foi explícita. Tony Ramos disse ao personagem que só Tonico Pereira poderia interpretá-lo.

Foram várias as cenas emocionantes neste episódio final. Lineu (Nanini) sendo convencido por Tony Ramos que a sua família merecia uma série de TV. Andrea Beltrão (Marilda) se reencontrando com Nenê (Marieta Severo). Lucio Mauro Filho e Marcelo Adnet, ambos encarnando Tuco e fazendo imitações de Silvio Santos e Lula. Agostinho (Pedro Cardoso) discutindo com Daniel Filho e dizendo que ninguém na Globo seria capaz de impedir a participação do seu personagem no programa.

Foi, enfim, um final glorioso, que rendeu uma homenagem inteligente aos grandes atores e atrizes que deram vida ao seriado por 14 anos. Palmas para todos.

Audiência: O último episódio de “A Grande Família'' alcançou 22 pontos no Ibope, na Grande São Paulo, e 29 no Rio. Em ambas as cidades foi a segunda maior audiência da Globo no dia, atrás apenas de “Império'', que marcou 30 em São Paulo e 36 no Rio.


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Protesto contra “Sexo e as Negas” lembra sátira de “Tá no Ar”
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Mauricio Stycer


Está produzindo relativo barulho uma campanha intitulada “Boicote Nacional ao programa ‘Sexo e as negas’ da Rede Globo”. Com cerca de 20 mil “curtidas” no Facebook, o movimento propõe “criar uma mobilização nacional contra o programa” e “refletir sobre a representação da mulher negra na tv”.

Espanta ver que uma proposta tão drástica possa se basear em dois elementos precários – o título da série e a chamada de um minuto que a emissora tem veiculado para promover a estreia na próxima terça-feira (16).

Ou seja, trata-se de uma campanha contra um programa que ainda não foi ar. Como é possível, com base apenas nestes dois elementos (o título e a chamada), chegar a um diagnóstico tão duro?

O movimento feminista e a militância em defesa da igualdade racial têm motivos de sobra para questionar a Globo com base em programas e atitudes da emissora ao longo da história. Compreendo. Da mesma forma, apoio integralmente a luta contra o racismo, bem como o combate aos preconceitos com base em sexo.

Mas boicotar um programa ainda não exibido? Não compreendo. O título da série foi uma má escolha? Talvez. Mas não é necessário ver primeiro o programa para ter certeza disso?

Não vou nem discutir as justificativas de Miguel Falabella para a escolha do título ou a sua visão sobre como a série que criou cumprirá um papel exatamente oposto ao que o movimento que pede o seu boicote entende. Não vou fazer isso porque, realmente, tenho dificuldades em aceitar que esta discussão esteja ocorrendo ANTES que o programa seja visto.

A campanha parece levar a sério a sátira que Marcelo Adnet fez dos críticos da Globo na primeira temporada do humorístico “Tá no Ar”. Como diria o seu bordão, “é inadmissível a Rede Globo exibir um programa chamado ‘Sexo e as Negas’!!!”

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O que foi muito bom e o que não funcionou em “O Rebu”
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Mauricio Stycer

Cenas de “O Rebu''
Cenas de “O Rebu''

A dois capítulos do fim, e ainda sem saber quem matou Bruno Ferraz (Daniel de Oliveira), já é possível arriscar algumas hipóteses com o objetivo de tentar entender por que “O Rebu”, apesar de ter sido uma boa novela, deixou a sensação de que não entregou tudo que prometia no início.

Quarta novela das 23h desde que a Globo iniciou o “remake” de clássicos dos anos 70 neste horário (“O Astro”, “Gabriela” e “Saramandaia” foram as anteriores), “O Rebu” foi a primeira aposta da Globo num folhetim que tinha muita fama, mas não havia sido um grande sucesso de audiência ao ser exibido pela primeira vez.

A equipe reunida para refazer a novela de Bráulio Pedroso (1931-1990) foi a mesma que produziu dois grandes sucessos recentes da emissora, as séries “O Canto da Sereia” (2013) e “Amores Roubados” (2014). Ela inclui o diretor José Luiz Villamarim, o roteirista George Moura e o diretor de fotografia Walter Carvalho, entre outros nomes.

No álbum abaixo, relacionei cinco aspectos que considerei muito positivos em “O Rebu” e outros cinco que tentam explicar por que a novela está deixando a sensação de que poderia ter sido muito melhor.


Para lembrar James Gandolfini, HBO volta a exibir “Sopranos” no Brasil
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Mauricio Stycer

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Exibida originalmente entre 1999 e 2007, “Família Soprano” está entre as melhores séries dramáticas já realizadas. Criada por David Chase para a HBO, ela voltará a ser exibida na TV paga, a partir do próximo dia 18, em um dos canais do grupo, o Signature.

O pretexto para a reexibição completa das seis temporadas (num total de 86 episódios) é o aniversário do protagonista, James Gandolfini, nascido em 18 de setembro de 1961. O ator morreu precocemente, depois de um ataque do coração, aos 51 anos, em 19 de junho do ano passado.

Dona de um dos melhores catálogos de séries, a HBO é de difícil acesso ao espectador brasileiro. Os canais do grupo são acessíveis somente nos pacotes mais caros das operadoras. Já o seu acervo, disponível no serviço HBO GO, só é oferecido para assinantes da Sky e da Claro. A principal operadora no Brasil, a Net, não oferece esse serviço.

O HBO Signature vai voltar a apresentar “Família Soprano” às quintas-feiras, às 22h. A série também está disponível em DVD.


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