Blog do Mauricio Stycer

Na troca de farpas entre Gilberto Braga e Gloria Perez, ambos têm razão
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Mauricio Stycer

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Em 1980, escrevendo “Água Viva”, Gilberto Braga inaugurou na Globo a prática de contar com a ajuda de colaboradores e co-autores na tarefa. Em uma recente entrevista a “O Globo”, ele lembrou como convenceu Boni a indicar alguém (no caso, Manoel Carlos) para ajudá-lo no trabalho. Depois de relatar esta história, Braga observou que nem todos os autores recorrem a colaboradores. E disse:

“Para certos autores é fácil. Por exemplo, a Glória Perez escreve com a maior facilidade, sozinha. Ela é bem minha amiga, e uma vez me deu esporro porque eu disse que escrever novela é cansativo. Ela disse: ‘Ora, Gilberto, eu escrevo um capítulo em cinco, seis horas. Às vezes nem releio e mando. No dia seguinte eu olho como terminei e continuo. Uma cena atrás da outra’. Enfim, me deu uma bronca. Quando ela acabou, falei: ‘Mas, Glória, tem um problema: na hora que passa, a gente nota’ (risos).”

Gloria Perez, naturalmente, não gostou da maldade e, questionada no Twitter, respondeu à altura: “Problema maior é quando passa por três autores, dez colaboradores e a gente nota, né? =)))”.

Esta discussão é boa. Pensando em “Insensato Coração” (2011) e “Salve Jorge” (2012), as novelas mais recentes de ambos, marcadas por tantos problemas e erros, é possível dizer que os dois têm razão.

A próxima novela de Braga, “Três Mulheres”, programada para 2015, será escrita em parceria com Ricardo Linhares e João Ximenes Braga. O próximo trabalho de Gloria, ainda para este ano, será a série policial “Dupla Identidade”.


Rafinha Bastos e Rafael Cortez mostram saber rir de si mesmos
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Saber rir de si mesmo é um sinal de inteligência. Por insegurança ou falta de visão, raramente se vê na TV aberta emissoras ou artistas dispostos a este saudável exercício de humor. Esta semana, por uma feliz coincidência, a regra foi quebrada em diferentes canais.

Na quarta-feira (16), Rafinha Bastos estreou um novo quadro no seu “Agora É Tarde”, na Band. Mais do que “inspirado”, a atração foi abertamente copiada do famoso talk show de David Letterman, exibido na rede americana CBS. Ao invés de esconder o fato, como é de praxe no Brasil, o apresentador colocou o nome do original no título do seu quadro. Veja:


 

rafaelcortezgeladeiraNo mesmo dia, a Record começou a divulgar um vídeo promocional sobre o novo programa de Rafael Cortez, “Me Leva Contigo”. O “teaser” ri do fato de o apresentador estar na “geladeira”, ou seja, sem trabalhar há um tempão, desde o fim de “Got Talent Brasil”, em 2013. “É isso aí, Rafa. A gente tirou você da geladeira para esquentar os nossos corações”, diz a locutora. Ficou muito bom. O vídeo, que ficou algumas horas fora do ar, pode ser visto aqui.


Mais do que de autor, “Meu Pedacinho de Chão” é novela de diretor
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Diferentemente do cinema, onde os diretores reinam, no mundo da teledramaturgia quem sempre deu as cartas foram os autores. O espectador brasileiro se acostumou a identificar as novelas pelo nome de quem as escreve. “Meu Pedacinho de Chão”, nova atração da Globo no horário das 18h, alterou este quadro. Mais do que uma novela de Benedito Ruy Barbosa, ela é de Luiz Fernando Carvalho.

Exibida originalmente em 1971, pela TV Cultura e pela Rede Globo, “Meu Pedacinho de Chão” foi definida pelo autor como uma “novela educativa”. “A proposta foi mostrar o problema do homem do campo, ensiná-lo sobre as doenças (tracoma, tétano, verminose), levá-lo para uma sala de aula, dar-lhe melhores condições de higiene e ao mesmo tempo mostrar o interesse das classes patronais (fazendeiros e autoridades) pelo camponês analfabeto, sem questionar nunca sua miséria e seus problemas”, disse Ruy Barbosa em depoimento.

meupedacinhoprofessoraReescrita (e reduzida) para a versão de 2014, “Meu Pedacinho de Chão” perdeu muito do seu caráter sócio-educativo e, com a ajuda do diretor, se tornou uma aventura fabulosa e, mais importante, encantadora.

Quem bate os olhos pela primeira vez, tem a impressão de que Carvalho apostou numa novela para crianças. Tenho observado, porém, que ele conseguiu o feito de agradar gente de todas as idades com a proposta de ambientar a história num mundo distante do real, onde os animais são de plástico, a vegetação parece de papel e as pessoas andam como bonecos.

meupedacinhoepaQue pai, hoje, ficaria chateado ao saber que o filho trocou uma carreira como advogado pela de engenheiro agrônomo? No mundo encantado da Vila de Santa Fé, isso faz sentido, embalado ainda por uma direção que está extraindo interpretações fantásticas, no limite do exagero, seja de atores consagrados como de rostos menos conhecidos.

Raras vezes vi um elenco tão afinado com uma proposta como em “Meu Pedacinho de Chão”. Antonio Fagundes (Giácomo), Juliana Paes (Catarina) e Rodrigo Lombardi (Pedro Falcão) estão surpreendentes em papéis pouco usuais. Osmar Prado (coronel Epaminondas) tem dado shows diários, ainda que o tipo que criou seja menos original.

meupedacinhorodapeQuatro ótimos personagens secundários rivalizam com os protagonistas e estão abrindo espaço para o trabalho de atores menos conhecidos do público da televisão. Irandhir Santos (Zelão), Flavio Bauraqui (Rodapé), Dani Ornellas (Amância) e Paula Babrosa (Gina) têm brilhado em cena. Sem falar das duas crianças encantadoras, Tomás Sampaio (Serelepe) e Geytsa Garcia (Pituquinha), que pontuam a narrativa.

No terreno da fábula, a paixão do analfabeto Zelão pela professora Juliana (Bruna Linzmeyer) chama mais atenção, mas não anula o esforço do coronel Epaminondas em manter o povo na ignorância. É uma opção pelo entretenimento, realizada com muita criatividade e inteligência.

Exibidos os seus primeiros oito capítulos, “Meu Pedacinho de Chão” se apresenta como uma grata surpresa de 2014.


Sem barraco, mas com “flashback” e beijo, “Em Família” sai do marasmo
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Estou entre aqueles que acham “Em Família” uma novela bem escrita, mas chata, com pouca história para contar. Não estou sozinho nessa, como se pode comprovar por dois fatores: a audiência decrescente e a baixa repercussão dos capítulos nas redes sociais.

Foi justamente em homenagem a esta parcela do público, que ainda não desistiu, mas acompanha sem entusiasmo a trama de Manoel Carlos, que o capítulo desta segunda-feira (14) exibiu duas cenas “barulhentas”.

Não teve barraco ou gritaria, nem briga ao redor da mesa de jantar — “armas” utilizadas com frequência na novela anterior a essa. “Em Família” saiu da rotina, primeiro, mostrando uma lembrança de Helena (Julia Lemmertz). O “flashback” retoma uma das últimas cenas do prólogo da novela, quando as jovens Helena (Bruna Marquezine) e Neidinha (Jessica Barbosa) estão recém-chegadas ao Rio.

emfamiliaaborto1Neidinha foi atacada e violentada por bandidos ao pegar uma van na rua. Ao ver a amiga chegar em casa, toda machucada, Helena leva a mão à barriga e dá sinais que está passando mal. No capítulo desta segunda-feira, o público viu o desenrolar de parte da história. Helena sofreu um aborto espontâneo e perdeu o filho que esperava de Laerte (Guilherme Leicam).

A cena era necessária para a exibição, um pouco depois, do grande chamariz de audiência do capítulo: o beijo da filha de Helena, Luiza, em Laerte (Gabriel Braga Nunes), dentro do carro, em frente ao prédio da família dela, no Leblon. Não houve incesto, como o “flashback” esclareceu, mas os fãs não perdoaram Luiza: “Fura-olho”, gritaram para a menina no Twitter.

As duas cenas estavam previstas na novela, mas teriam sido antecipadas, segundo relatos de quem acompanha os bastidores da Globo, em função do baixo Ibope de “Em Família”.

O efeito foi positivo. Segundo levantamento do TV Square, uma empresa que monitora comentários nas redes sociais, a novela nesta segunda foi o programa com mais comentários por minuto (68,4) e a atração que mais recebeu comentários (8,73% do total) no Twitter e no Facebook.

O Ibope não chegou a bater recordes, mas ajudou a levantar a novela. Em São Paulo, “Em Família” marcou 30 pontos, depois de ter registrado, no sábado, a sua pior média: 22 pontos. No Rio, a trama chegou a 35 pontos, segunda melhor marca da novela


“Seu Silvio, isso não é coisa que se faça!”
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silviosantosesilvioluizComo sempre ocorre quando volta de férias, Silvio Santos está com a corda toda. Neste domingo (13), o segundo depois de uma longa temporada na Flórida (EUA), o apresentador e dono do SBT fez vários comentários em tom de piada sobre a própria emissora e a concorrência.

No encerramento, Silvio Santos disse que está pensando em parar de gravar previamente e fazer o próprio programa ao vivo. Para isso, explicou ao público, teria que encurtar as outras duas atrações dominicais do SBT, o “Domingo Legal”, de Celso Portiolli, e o programa de Eliana. Dessa forma, o “Programa Silvio Santos” poderia ir ao ar das 18h às 22h.

“Se o Celso Portiolli não quiser que eu tire duas horas dele e se a Eliana não quiser que eu tire duas horas dela, o que eu faço?” Feita em tom de piada, a pergunta – obviamente retórica – do dono da emissora mereceu um coro da plateia: “Manda embora! Manda embora!”. Veja abaixo:


 

Antes disso, no “Jogo das Três Pistas”, com as presenças do narrador Silvio Luiz e do apresentador Cesar Filho, Silvio Santos comentou uma notícia da semana: a saída inesperada do ator-mirim Jean Paulo Campos do SBT em direção à Record.

Como foi anunciado por Geraldo Luis, o Cirilo da novela “Carrossel” e da série “Patrulha Salvadora” agora será repórter do “Domingo Show”. Ao reclamar publicamente da contratação, Silvio Santos se dirigiu a Edir Macedo, proprietário da Record. “Seu Edir, isso não é coisa que se faça”. Veja:


 

Trocas de emissora são comuns, mesmo com quebra de contratos em andamento. A situação mais recente foi a transferência de Danilo Gentili, da Band para o SBT. O caso, inclusive, está na Justiça. Se assistiu ao “Programa Silvio Santos” neste domingo, Johnny Saad, dono da Band, deve ter dado um sorriso maroto e pensado: “Seu Silvio, isso não é coisa que se faça mesmo!”

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Aplicativo do “Superstar” funciona, mas o júri não
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A boa notícia para a Globo é que, depois de muitas falhas na estreia, o aplicativo do “Superstar”, finalmente, funcionou. Quase não houve reclamações de espectadores neste domingo (13).

A má notícia é que o trio de jurados escolhido para avaliar as bandas não funcionou. Ivete Sangalo, é verdade, divertiu o público com frases engraçadas e sem sentido, mas não ajudou quase nada em matéria de avaliação musical.

Explicando por que aprovou quase todos os candidatos, a cantora reconheceu que tem “personalidade zero”. Num raro momento, ao criticar um grupo, lamentou que a música que cantaram tinha muita “repetição” – o que soou como piada para quem conhece vários de seus sucessos.

Como ocorreu na estreia do “Superstar”, Fabio Jr. segue sem saber o que está fazendo no programa. Mal fala e, quando consegue dizer alguma coisa, não se faz compreender. Parece sempre em outra dimensão.

Já Dinho Ouro Preto, chamado por Faustão de Dado Villa-Lobos, parece o mais disposto a atuar como jurado, mas tem um repertório limitado – está sempre elogiando a “atitude” das bandas com os olhos bem abertos, mas não consegue argumentar além disso.

Além das limitações do trio, Fernanda Lima também penou, neste segundo episódio, para conseguir organizar o que poderia ser uma tarefa fácil. Cada banda selecionada precisa ter um “padrinho”, mas os três jurados não conseguiam se entender a respeito. Chegou a ser engraçado ver a apresentadora, manifestando impaciência, pedir “objetividade” ao trio.

A rigor, ficou a sensação de que Ivete, Fabio Jr. e Dinho ainda não sabem — ou não entenderam – o que devem fazer durante o programa. E resolver isso talvez seja mais difícil do que solucionar o problema técnico que surgiu, há uma semana, com o aplicativo.

Em tempo (atualizado às 16h30): Pela segunda semana, “Superstar” perde no Ibope no confronto com o “Programa Silvio Santos”. O placar foi 12 a 11 (11,8 a 11,2) para a atração comandada pelo dono do SBT. Na estreia, a derrota foi por décimos (12,5 a 12,2). Mais aqui.


Globo vetou menção a marcas e concorrentes no ‘Casseta”, lembra humorista
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claudiomanoelIntegrante do núcleo de humor, criado pela direção da Rede Globo para discutir ideias e propor novos programas, o humorista Claudio Manoel festejou a estreia de “Tá no Ar” em sua página no Facebook. “Parabéns a todos envolvidos, aos queridos amigos Leonardo Lanna, Marcius Melhem e Adnet e, mais especialmente ainda, congratulations aos ‘novos tempos’.”

Integrante do grupo Casseta Popular desde os primórdios, quando ainda era uma publicação universitária, Claudio Manoel participou como redator da criação do programa “TV Pirata” (1988) e, depois, do “Casseta & Planeta Urgente” (1992), onde também atuava.

Em sua mensagem de felicitações à turma do “Tá no Ar”, o humorista lembrou que muito do que o novo programa mostrou de mais ousado esta semana era proibido pela direção da Globo na época em que fazia o “Casseta & Planeta – em especial as piadas com marcas conhecidas e programas de emissoras concorrentes. Por isso a menção aos “novos tempos” quando congratula a equipe do novo programa.

Veja abaixo a mensagem de Claudio Manoel:

“Já tem tempo pra cacete, pra lá de 15 anos, quando chegaram as ‘novas lá de cima’, que nos vetava qualquer possibilidade de brincar com ‘marcas’ (o que fazíamos desde o TV Pirata e ‘trouxemos’ pro Casseta. Tivemos que nos ‘virar’ e a coisa boa foi que, dessa situation, nasceram as ‘Organizações Tabajara’) e também proibia mexer com qualquer formato/personagem da ‘concorrência’… (anos depois, a encrenca chegou na política, mas isso é outra história) Ontem, esses ‘tabus’ caíram com a estreia do ‘Tá no Ar’. Parabéns a todos envolvidos, aos queridos amigos Leonardo Lanna, Marcius Melhem e Adnet e, mais especialmente ainda, congratulations aos ‘novos tempos’. Nós sentimos muito a falta desse oxigênio, que bom que vocês puderam respirar ares mais frescos. Façam bom proveito. Voem!”

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Apesar de estreia morna, “O Caçador” parece ter boa história para contar
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Traído pelo próprio pai, um policial em final de carreira, o agente da Anti-Sequestro André (Cauã Reymond) cai numa cilada e passa três anos preso, acusado de ter vazado uma operação sigilosa. Ao sair da penitenciária, se dá conta que o enredo que o colocou lá ainda está repleto de fios soltos.

cacadorcleoSoma-se a isso a rivalidade forte com o irmão, Alexandre (Alejandro Claveaux), também policial, casado com Katia (Cleo Pires), por quem André é apaixonado.

A boa premissa de “O Caçador” foi apresentada no primeiro episódio da série. Sem trabalho e sem família, na última cena ele recebe de seu ex-chefe, o policial Lopes (Ailton Graça), a proposta de, à margem da polícia, se tornar um caçador de pessoas desaparecidas e receber, caso seja bem-sucedido, recompensas.

O que se sugere, a partir daí, é que o “O Caçador” seguirá por duas trilhas ao longo dos próximos episódios. Em uma, André vai buscar resolver os casos propostos por Lopes. Na outra, tentará provar a sua inocência na história que o levou à prisão.

Não é exatamente um drama original, mas a armação da história, tal como apresentada na estreia, sugere muitas possibilidades. E a série tem créditos.

cacador“O Caçador” tem texto de Fernando Bonassi e Marçal Aquino e direção-geral de José Alvarenga, trio responsável por “Força-Tarefa” (2009-11), uma das boas séries policiais já exibidas pela Globo.

Diferentemente da recém-encerrada “A Teia”, que estreou em ritmo de videoclipe, “O Caçador” apostou em apresentar, em chave de drama, a história do protagonista, muito bem defendido, aliás, por Cauã Reymond. Sem muito impacto, o episódio inicial pode ter decepcionado quem esperava por ação.

Um “continua no próximo episódio”, aparentemente redundante, tomou a tela ao final. Até entendo a preocupação da emissora. “O Caçador” não foi arrebatador, mas deixou no ar a promessa de que tem uma boa história para contar.

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Mensagem à turma do “Pânico”: deixem a Preta Gil em paz
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Mauricio Stycer

PretaGuiSantana
Piada é uma coisa, bullying é outra. O que o “Pânico” está fazendo com Preta Gil já se enquadra na segunda categoria. É uma marca do programa, aliás, esta insistência em tripudiar de quem não gosta das suas brincadeiras.

À época em que o humorístico, então na RedeTV!, perseguiu Jô Soares porque ele se recusou a dar uma entrevista ao personagem Jô Suado, de Marvio Lucio, o Carioca, escrevi a respeito. Observei então que Jô Soares tinha todo o direito de não querer falar com o “Pânico”. Considero autoritário achar que alguém tem obrigação de dar entrevista ou ser gentil com o programa.

pretagilnicoleCom Preta Gil o caso é ainda mais grave porque a cantora já processou o programa anteriormente, por ter se sentido prejudicada por piadas com o seu corpo, feitas em 2008. No último domingo, ela voltou a ser alvo de uma brincadeira, novamente relacionada à forma física. Veja um bom relato do que ocorreu aqui (abaixo o vídeo).

Pelo que leio no site Noticias da TV, neste domingo o “Pânico” voltará a abordar Preta Gil, sob o pretexto de pedir desculpas a ela. A cantora não aceitou o pedido feito por Nicole Bahls (foto). Da minha parte, peço à turma comandada por Emilio Surita: deixem a Preta em paz.


 

Atualizado em 14 de abril: No programa deste domingo (13), Emilio Surita pediu desculpas públicas a Preta Gil, reconhecendo que a brincadeira do programa pode ter passado do ponto. Veja aqui (a partir do minuto 11:30).